quinta-feira, 30 de novembro de 2017

“Estudante do Ano” do ITA é Premiado Com Viagem à Divisão Espacial da Airbus na França e Visita à Le Bourget

Olá leitor

Segue abaixo uma matéria publicada hoje (30/11) no site “Defesanet.com”, destacando que “Estudante do Ano” do ITA foi premiado com viagem à Divisão Espacial da Airbus na França e visita à Le Bourget.

Duda Falcão

COBERTURA ESPECIAL - ESPECIAL ESPAÇO - TECNOLOGIA

“Estudante do Ano” do ITA é Premiado Com
Viagem à Divisão Espacial da Airbus
na França e Visita à Le Bourget

Defesanet.com
30 de Novembro, 2017 - 07:50 ( Brasília )

O estudante Lucas Galembeck (à direita) visitou as salas limpas
dos satélites de telecomunicação da Airbus, na sede da Airbus em
Toulouse, ao lado de Josian Fabrega da divisão Desenvolvimento
e Vendas da Airbus para América Latina.

O brasileiro Lucas Galembeck, 34, foi homenageado pela Airbus por seu desempenho como melhor aluno do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), de São José dos Campos (SP), com o prêmio “Student of the Year” (Estudante do Ano).

Galembeck é o quinto aluno do ITA a conhecer as instalações da fabricante aeroespacial europeia e também foi convidado para visitar a maior feira de aviação do mundo, a Le Bourget, realizada em julho, em Paris. O prêmio “Student of the Year”, que teve início em 2013, convida anualmente os alunos do ITA com melhor desempenho em notas para uma imersão in loco em seus centros de desenvolvimento e pesquisa aeroespacial.

Galembeck teve oportunidade conhecer as instalações da Airbus Defence and Space em Toulouse (França) como as áreas de montagem, integração e testes de satélites de grande porte, que simulam as condições durante sua vida útil no espaço.

A Airbus possui capacidade para trabalhar em mais de 10 satélites de grande e médio portes ao mesmo tempo, dada a complexidade exigida para construir um sistema espacial desse tamanho, pode-se ver o grande potencial, o profissionalismo e a seriedade da empresa”, conta o estudante.

A Airbus Defence and Space promove o “Student Of the Year” como forma de estimular o interesse pelo setor aeroespacial, inspirar estudantes da área e também abrir as portas de suas instalações, oferecendo contato com a alta tecnologia, em um segmento de difícil acesso. “Atuamos em um setor no qual precisamos de pessoas extremamente qualificadas e, por tanto, essa iniciativa também nos auxilia na observação de novos talentos”, afirma Rodrigo Fanton, Diretor Geral da Airbus Defence and Space no Brasil.

Galembeck também participou da Le Bourget Airshow, maior feira de aviação do mundo. “Não imaginava que fosse tão grande. Tive oportunidade de conhecer o que há de mais moderno no setor, até a parte do show aéreo, que realmente é bonito de se ver. Visitei algumas relíquias do espaço e do ar e o interior de algumas das aeronaves mais novas do mercado, como o A380, por exemplo”, relata o estudante.

A Airbus tem tradição em criar iniciativas em apoio ao desenvolvimento e estímulo de novos talentos. Além do “Student of the year”, a fabricante organiza a competição Fly Your Ideas, em parceria com a UNESCO. O evento reúne a cada dois anos as mentes mais brilhantes do mundo, com o objetivo de inovar o futuro da aviação.

Em apenas cinco edições, o Brasil já conquistou o status de “celeiro de inovadores”, quando alunos do curso de design da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, venceram a edição de 2013 e conquistaram o segundo lugar em 2015, com projetos que visam o aumento da eficiência das operações aéreas. “Estabelecemos um compromisso de longo prazo com o Brasil há quase 40 anos com a criação da Helibras, única fabricante de helicópteros do país, e sempre investimos em inovação, tecnologia e educação”, afirma Fanton.

A Airbus está presente em oito cidades, em cinco estados, e temos cerca de 600 colaboradores atuando na comercialização, fabricação, manutenção e treinamento, para os mercados de Aviação Comercial, Defesa e Espaço.




Comentário: Para esse jovem uma conquista pessoal fantástica e o Blog BRAZILIAN SPACE o parabeniza pelo feito, mas para o país isto pouco representa, já que o mercado profissional para este tipo de profissional diminui ano a ano no Brasil devido a estupida falta de comprometimento governamental para com o programa, o que deverá leva-lo para trabalhar fora do país ou até mesmo ser aproveitado por outras áreas no mercado de trabalho.

O Programa Espacial Brasileiro na CRE do Senado Federal

Olá leitor!

Como informamos dias atrás a “Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE)” do Senado Federal, promoveu dia (27/11) mais uma palhaçada destas chamadas audiência públicas, tendo como tema o Programa Espacial Brasileiro (PEB).

Assim sendo, para quem possa interessar, trago agora o vídeo na íntegra desta nova palhaçada protagonizada por esse fórum vergonhoso, além também da apresentação em power point exibida durante esta reunião de faz de conta, presidida por um dos políticos que mais prejudicaram o próprio PEB quando de sua gestão desastrosa na Presidência da Republica.





Pois é leitor, o vídeo da audiência tem mais de duas horas e você terá de ter paciência para ouvir dos profissionais que compareceram a mesma (um dos quais um tremendo banana sem a menor competência para tanto), o mesmo choro que se repete desde a década de 90 nas milhares dessas audiências publicas realizadas para esses vermes vestidos de pinguim. Bom divertimento se puder.

Duda Falcão

Big Bang em Xeque: Físico Brasileiro Explica Teoria Alternativa Sobre o Universo

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo postado ontem (29/11) no site "Sputnik Brasil" com maiores informações sobre a teoria alternativa do físico brasileiro Juliano César Silva da UNICAMP que coloca em cheque a Teoria do Big Bang.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Big Bang em Xeque: Físico Brasileiro
Explica Teoria Alternativa Sobre o Universo

Sputnik News Brasil
Publicado em 29/11/2017 as 18:00
Atualizado em 29/11/2017 as 18:08

CC BY-SA 2.0 / John Smith / universe

O físico brasileiro Juliano César Silva Neves, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), explicou em entrevista à Sputnik Brasil, nesta quarta-feira, a sua inovadora teoria sobre a origem do universo, que exclui a necessidade de um Big Bang, aceito pela maior parte da comunidade científica como melhor explicação para o início de tudo.


"Antes da visão cíclica, nós temos que resolver o problema da singularidade. Por Big Bang, eu quero dizer singularidade inicial. O modelo cosmológico que eu propus aceita, claro, a expansão do universo, aceita outros dados, como a radiação cósmica de fundo. A minha questão principal é o Big Bang, o Big Bang como a chamada singularidade inicial", disse o cientista, explicando que essa singularidade consistiria em um estado onde as grandezas físicas, geométricas, calculadas a partir da Teoria da Relatividade, de Albert Einstein, não têm um valor definido. "Como os matemáticos falam, essas grandezas tendem ao infinito". 

Neves conta que essa questão é encarada como um problema da relatividade, que a maioria dos pesquisadores acreditam poder ser resolvido com uma teoria quântica da gravidade, que acabaria com a singularidade. No entanto, segundo ele, é possível resolver a singularidade inicial sem recorrer a uma teoria quântica, o que foi exatamente o que ele fez em seu trabalho, publicado recentemente na revista General Relativity and Gravitation

"Esse estado inicial não é mais divergente. Ele não é um estado onde grandezas físicas e geométricas têm valores ilimitados ou infinitos. E nem, necessariamente, precisa ser o estado inicial. O que eu descarto é essa ideia do Big Bang. Então, ao invés de um estado singular, apenas um ricochete. E se existiu um ricochete, uma transição, houve uma fase anterior à atual expansão cósmica. Se o universo está expandindo atualmente, a fase anterior à atual fase de expansão foi uma fase de contração. Aí, sim. Aí, a gente pode, a partir disso, tentar também construir uma visão cíclica, onde o universo passa por sucessivas fases de contração e expansão."


De acordo com o físico da Unicamp, o evento do Big Bang poderia ser aceito por ele se esse termo tivesse uma definição diferente da que se refere à singularidade. Isso porque, ele afirma, quando essa fase de transição entre uma contração e uma expansão não é singular, o que se tem é uma "física bem comportada em todo o trajeto", ela funciona integralmente. 

"O problema de você assumir uma singularidade é assumir a sua ignorância. A singularidade, acima de tudo, é a total ignorância da física. Porque a física não funciona na singularidade." 

Antes de Juliano Neves, outros cientistas já pensaram em uma cosmologia sem o Big Bang. Há uma originalidade em seu trabalho, no entanto, que se deve ao emprego de alternativas utilizadas por ele em pesquisas sobre buracos negros regulares, sem singularidade no horizonte de eventos, para explicar também a cosmologia.

"Esse foi o caminho longo que eu usei. Sair dos buracos negros e ir até a cosmologia para salvar a cosmologia do horrível Big Bang", afirmou o pesquisador.


Fonte: Site Sputniknews - http://br.sputniknews.com/

Comentário: Veja você leitor como a Ciência é Dinâmica e nunca pode ser considerada como a dona da verdade, demonstrando com isso que a raça humana está longe de ser suprassumo de qualquer coisa, muito menos do Universo. Será que este físico Brasileiro está certo??? Não sei, não tenho competência alguma para sequer discutir este assunto, e esta é uma teoria que deverá ainda levar décadas para ser comprovada (ou não) e aceita como verdadeira pela humanidade, pelo menos até que se comprove o contrario. É justamente por este dinamismo da ciência humana que eu me revolto quando cientistas renomados em suas áreas usam sua imagem para denegrir o trabalho de pesquisadores envolvidos com atividades por eles chamadas de pseudociência, sem sequer darem o trabalho de averiguar, e pior, utilizando teorias absurdas, como no caso da Ufologia, onde a mais conhecida desculpa usada por esses cientistas tradicionais para assim explicar a impossibilidade da presença alienígena no nosso planeta, é a das grandes distancias estelares, como se a raça humana e sua tecnologia fossem parâmetros para qualquer avaliação. A arrogância dessa gente me enoja, mas a verdade tarda, mas ela chega.

Colégio Pernambucano de Ensino Médio Realiza Com Sucesso Seu Segundo Evento de Foguetes

Olá leitor!

O Blog BRAZILIAN SPACE é um entusiasta e divulgador do Espaçomodelismo e do Foguetemodelismo no país, por assim acreditarmos que a educação dos jovens direcionada a área espacial é a única forma de fazermos (em médio e a longo prazo) a sociedade brasileira compreender a importância das atividades espaciais para o futuro da nossa destrambelhada sociedade.

Sendo assim, trago a você leitor esta notícia sensacional sobre um evento realizado no meu querido Nordeste Brasileiro na área de Foguetemodelismo, mais precisamente na bela capital pernambucana.

Pois então, a Colégio Santa Maria de Recife, em parceria com a empresa Bandeirante Foguetes Educativos do conhecidíssimo fogueteiro Sr. Roberto de Paula, realizou com sucesso no ultimo dia 18/11 o seu “II Campeonato de Foguetes de Combustível Sólido”. Veja abaixo fotos e vídeos do evento.

Banner do evento.
Certificado concedido as equipes vencedoras do evento.
O Sr. Roberto de Paula com professores
e monitores do evento.

Pois é leitor, e empolgados com os resultados alcançados no evento, a direção do Colégio Santa Maria resolveu então formar um grupo de alunos para ser enviados aos EUA onde realizarão um curso nas instalações da NASA na cidade texana de Houston.

Segundo fui informado, o tal curso que terá a duração de uma semana será realizado no “Space Center University”, centro este oficial de visitantes da NASA ligado ao ”Johnson Space Center”, local onde se treina astronautas e de onde se controla as missões espaciais da NASA.

O tal curso que os alunos do colégio pernambucano farão é denominado de “Space Center UTM” e é um programa desafiador de cinco dias oferecido todo ano pela NASA para estudantes de 11 a 18 anos, tendo como objetivo promover o trabalho em equipe, a resolução de problemas, a comunicação e a engenharia para situações relacionadas com as atividades espaciais.

O Blog BRAZILIAN SPACE parabeniza com entusiasmo o Colégio Santa Maria pela decisão de incluir entre as suas atividades educacionais as atividades espaciais, exemplo este que deveria ser seguido por outras escolas de ensino médio de todo país. Sucesso para todos vocês.

Duda Falcão

Atualizando Nossas Campanhas

Olá leitor!

Hoje é a ultima quinta-feira do mês de novembro e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom leitor quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, até esta semana 13 grupos já se inscreveram. São eles Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCarl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoITA Rocket Design, NTAProjeto JupiterUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo), Grupo Pionners Grupo: GREAVE. Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS: Continuo esperando que os 13 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Já quanto á “Campanha de Manutenção do Blog”, apenas dois colaboradores realizaram a sua contribuição no mês de novembro no vakinha.com.br. Eles foram:

1 - Leo Nivaldo Sandoli
2 - Sergio de Melo Moraes (CEPA)

OBS: informo aos leitores que ainda não sabem que  a campanha de manutenção do Blog pode ser acessada pelo link: http://www.vakinha.com.br/vaquinha/manutencao-do-blog-brazilian-space.

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir da próxima semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

Duda Falcão

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Falta de Recursos Para Compra de Supercomputador Ameaça Previsão do Tempo do CPTEC

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (27/11) no site “G1” do globo.com destacando que a falta de recursos para compra de supercomputador ameaça previsão do tempo do CPTEC.

Duda Falcão

VALE DO PARAÍBA E REGIÃO

Falta de Recursos Para Compra
de Supercomputador Ameaça
Previsão do Tempo do CPTEC

Equipamento opera no ‘fim da vida útil’ e na última semana chegou a parar
por dois dias após travar. Manutenção paliativa pode dar dois anos de
'sobrevida' à máquina, que opera desde 2010 e precisa ser substituída.

Por G1 Vale do Paraíba e Região
27/11/2017 - 17h57
Atualizado 27/11/2017 - 18h31

(Foto: Reprodução/TV Globo)
Supercomputador Tupã opera desde 2010 e opera com 'sobrevida' .

Para tentar driblar a falta de recursos, o Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), de Cachoeira Paulista, aposta na manutenção do supercomputador Tupã - principal equipamento que faz a previsão do tempo em atividade no país. A máquina operada desde 2010 está no ‘fim da vida útil’ e na última semana chegou a parar por dois dias após travar. A manutenção é uma manobra para tentar dar 'sobrevida' ao supercomputador.

De acordo com a direção do instituto, o ideal seria a compra de um novo equipamento, mas por indisponibilidade orçamentária, a soma de um valor vindo de uma emenda e de um aporte da Ministério da Ciência e Tecnologia, vai ser empenhado na manutenção.

A medida, considerada paliativa, terá um custo de R$ 10 milhões e pode dar um fôlego de até dois anos para o equipamento. Um novo supercomputador custa entre R$ 50 milhões a R$ 120 milhões, dependendo das configurações.

A máquina gera previsões meteorológicas diárias e a longo prazo do tempo. As informações são usadas na agricultura, pelas prefeituras e Defesa Civil que recebem alertas de desastres naturais por meio do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEM) e também pela aviação civil.

Falha

O equipamento parou de funcionar no domingo, dia 19 de novembro, e como na segunda-feira foi feriado da Consciência Negra, o reparo só aconteceu na terça (21) - ou seja, o supercomputador deixou de operar por dois dias.

A manutenção não é feita aos fins de semana porque o centro também teve que cortar o contrato da assistência técnica por falta de verba.

A empresa continua fazendo o serviço de forma gratuita para ajudar o instituto, mas apenas nos dias úteis. Por causa da ‘velhice’, o equipamento também deixou de ter garantia com o fornecedor neste ano.

Com o risco de travar novamente e deixar o país sem previsão do tempo, o CPTEC informou que vai comprar novas peças e de sistemas.

“Estamos correndo para conseguir essa atualização tecnológica mesmo que parcial para os serviços não serem prejudicados. Recebemos R$ 3,5 milhões de emendas e o Ministério aportou R$ 6,5 milhões", explicou o chefe de operações do centro, Gilvan Sampaio.

"Uma máquina desse tipo é como um carro mais velho,
que está sujeito a quebrar com mais frequência. O ideal
é um equipamento novo e agora vamos ter um tempo a
mais para conseguir a verba”, completou.

A previsão é que o contrato de manutenção seja assinado até o começo do próximo mês. Com ele, a assistência é retomada integralmente, com atendimento aos finais de semana. A expectativa é que o supercomputador fique pronto em até três meses.

Avaliação

O presidente do Sindicato Nacional dos Servidores Públicos Federais na Área de Ciência e Tecnologia do Setor Aeroespacial (SIDCT), Ivanil Elisiário Barbosa, acredita que a manutenção é uma boa alternativa para o momento, mas alerta que o problema não vai deixar de existir.

"A gente considera que dentro do que é essencial, que é manter o serviço para sociedade, que é manter a previsão do tempo e clima, esta é uma solução possível nesse momento de crise e dificuldade diante do pouco orçamento que temos. No entanto, só posterga uma situação, que é completamente inusitada", afirmou.

Governo

O Ministério da Ciência e Tecnologia foi procurado pelo G1, mas não retornou até a publicação desta reportagem para informar se tem previsão orçamentária para a compra de um novo supercomputador.


Fonte: Site “G1” do globo.com – 27/11/2017

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Programa Espacial: Diretor de Defesa e Segurança Nega Privatização da Base de Alcântara

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (27/11) no site da “Agência Senado” destacando que segundo o que disse ontem na Audiência Pública do PEB o diretor de Assuntos de Defesa e Segurança da “Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Joanisval Brito Gonçalves, a Base de Alcântara não será privatizada.

Duda Falcão

COMISSÕES

Programa Espacial: Diretor de Defesa e Segurança Nega Privatização da Base de Alcântara

Da Redação,
Agência Senado
27/11/2017, 20h46
Atualizado em 28/11/2017, 10h42

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) promoveu, nesta segunda-feira (27), audiência pública para debater a relação da tecnologia com a defesa. Os debatedores convidados foram unânimes em apontar o avanço tecnológico como um importante fator para o desenvolvimento da defesa nacional. Eles também destacaram que a Base de Alcântara tem uma importância estratégica para o sistema de defesa do país. A Base de Alcântara, localizada no estado do Maranhão, é usada para o lançamento de satélites e para o desenvolvimento de tecnologias de defesa.

Realizada em caráter interativo, a audiência registrou uma alta participação popular. Por meio do portal e-Cidadania, alguns internautas lamentaram o sucateamento das Forças Armadas e sugeriram medidas de proteção para as tecnologias de defesa nacionais. Já outros manifestaram preocupação com uma possível venda da Base de Alcântara para outros países.

Em resposta, o diretor de Assuntos de Defesa e Segurança da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Joanisval Brito Gonçalves, afirmou que o uso da Base de Alcântara preserva a soberania nacional. Ele, no entanto, defendeu os acordos com outros países como meio de acesso a novas tecnologias. O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, afirmou que existem salvaguardas em todos os acordos internacionais e negou que exista dentro do governo alguma intenção de privatizar a Base de Alcântara.

A audiência ocorreu dentro 17° Painel do Ciclo de Debates da CRE, com o tema “O Programa Espacial Brasileiro e o Aproveitamento Comercial da Base de Alcântara”, que faz parte do ciclo de debates “O Brasil e a Ordem Internacional: Estender Pontes ou Erguer Barreiras?”

O presidente da CRE, senador Fernando Collor (PTC-AL), agradeceu pela contribuição dos debatedores e anunciou que o 18º painel está marcado para o dia 11 de dezembro, às 18h, com o tema “Um destino natural: o Brasil e seu destino estratégico”. Collor destacou que na próxima quinta-feira (30), às 9h, haverá reunião deliberativa da CRE. 


Fonte: Site da Agência Senado

Programa Espacial: Debatedores Apontam Avanço Tecnológico Como Essencial Para a Defesa

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (27/11) no site da “Agência Senado” tendo como destaque a Audiência Pública sobre o Programa Espacial Brasileiro (PEB) realizada pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) do Senado Federal no dia de ontem.

Duda Falcão

COMISSÕES

Programa Espacial: Debatedores Apontam Avanço Tecnológico Como Essencial
Para a Defesa

Da Redação,
Agência Senado
27/11/2017, 20h38
Atualizado em 28/11/2017, 10h42

Foto: Moreira Mariz/Agência Senado

Em audiência pública promovida pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) nesta segunda-feira (27), os especialistas convidados foram unânimes em apontar o avanço tecnológico como um importante fator para a defesa nacional.

O chefe de Assuntos Estratégicos do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas do Ministério da Defesa, Tenente-Brigadeiro do Ar Alvani Adão da Silva, disse que o programa espacial já alcançou uma competência significativa, mas ainda está aquém do que seria necessário para o país. Ele lembrou que o programa compreende a pesquisa e o desenvolvimento das tecnologias de veículos lançadores, de produção de satélites e da exploração espacial em geral no Brasil.

De acordo com Alvani Adão da Silva, a falta de concursos regulares e a pouca previsão orçamentária para o setor são pontos negativos. Enquanto o orçamento anual dos Estados Unidos destina US$ 40 bilhões de dólares para seu programa espacial, o Brasil destina apenas US$ 100 milhões. Já a Argentina investe mais de US$ 1 bilhão.

O militar sugeriu mudanças na gestão do programa e apresentou um histórico da evolução aeronáutica do Brasil. Ele apontou a importância da Base de Alcântara, no Maranhão, como ponto estratégico para o programa espacial. E afirmou que a defesa sempre foi estímulo para o avanço tecnológico e para o desenvolvimento econômico. Como exemplo, ele apontou o uso de celulares e aplicativos, que dependem necessariamente de um satélite ativo.

— É muito difícil pensar em soberania sem pensar em autonomia tecnológica no campo da defesa — declarou.

Agência Espacial

O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Braga Coelho, disse que a missão da entidade é extremamente complexa, pois envolve a defesa do governo e da sociedade. A agência é a responsável pelo programa espacial brasileiro desde 1994. Ele defendeu o uso comercial da Base de Alcântara, com o lançamento de um satélite mais moderno, capaz de atender a demandas empresariais. Coelho ainda sugeriu mudanças na governança do setor, com uma agência mais leve e ágil, a exemplo do que é a Nasa, nos Estados Unidos, e outras agências europeias.

— O desenvolvimento tecnológico é um pilar muito importante para o desenvolvimento econômico, para o bem-estar da Nação e para a sua defesa — ressaltou.

Para o diretor de Assuntos de Defesa e Segurança da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Joanisval Brito Gonçalves, é impossível dissociar o desenvolvimento tecnológico da defesa nacional, pois “não é possível defender um país com paus e pedras”. Gonçalves disse que foram os programas espaciais que permitiram o desenvolvimento de itens usados no dia a dia — como o velcro, o pincel atômico e o micro-ondas ou ainda celulares e aplicativos de localização.

Gonçalves ainda apontou a Base de Alcântara como um projeto estratégico e de localização privilegiada — o que daria à base um diferencial competitivo — mas observou que o centro está “subutilizado”. Ele também defendeu uma governança mais moderna e mais investimentos em planejamento, para que o programa espacial brasileiro seja mais eficiente.

— Precisamos de reflexão estratégica, precisamos pensar em um projeto de Brasil. Não dá para tocar um programa espacial com contingência e sem vontade política — argumentou.

A realização da audiência pública foi uma sugestão do presidente da CRE, senador Fernando Collor (PTC-AL), que a coordenou. A presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), militares e embaixadores estrangeiros no Brasil também acompanharam a audiência.




Fonte: Site da Agência Senado

Comentário: Resumindo em poucas palavras, mais uma palhaçada desses vermes. Todo e qualquer evento que envolva este Fórum vergonhoso e esse banana do Sr. Braga Coelho, não pode em hipótese nenhuma ser levado a sério. Ainda mais uma Comissão que tem como presidente uma pessoa como Fernando Collor de Melo, faça-me uma garapa. Este país não tem memoria ou a mesma é manipulada em favor dos interesses de grupos de marginais que se alternam no poder saqueando a nação.

EUA Impedem Lançamento de Foguete Que Tentaria Provar Que a Terra é Plana

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia postada ontem (27/05) no site “Olhar Digital” destacando que o EUA impediram que o americano Mike Hughes lançasse o foguete que tentaria provar que a Terra é plana.

Duda Falcão

CIÊNCIA- ESPAÇO - FOGUETE

EUA Impedem Lançamento de Foguete
Que Tentaria Provar Que a Terra é Plana

Por Renato Santino
27/11/2017 - 14H20

Foto: Reprodução

O último sábado poderia ter marcado o fim definitivo da questão sobre o formato da Terra (que, na verdade, já tem uma resposta há séculos). O americano Mike Hughes, um dublê terraplanista de 61 anos, pretendia se lançar em um foguete caseiro para coletar evidências fotográficas e ver com seus próprios olhos que o planeta é plano como uma pizza, mas seu plano teve que ser adiado.

O lançamento foi impedido de acontecer por intervenção do governo americano. Mais especificamente, o BLM (Escritório de Gestão de Terras) se colocou contra o acontecimento, que aconteceria no deserto do Mojave, na cidade de Amboy, na Califórnia, em um território público.

Hughes disse que havia conseguido permissão verbal para realizar seu lançamento, há um ano, com a aprovação ainda pendente da FAA (Administração Federal de Aviação). No entanto, o BLM diz não ter nenhum registro da solicitação e que ficou sabendo do plano pelo noticiário, informou uma representante ao Washington Post. Já a FAA não se manifestou sobre o caso.

Com o veto ao lançamento em uma área pública, Hughes diz que o plano está mantido e apenas foi adiado em alguns dias. A ideia é mover o lançamento para um terreno privado. “Ainda vai acontecer. Apenas vamos mudar o local em 5 quilômetros. É isso que acontece quando você tenta lidar com qualquer tipo de agência governamental”, ele afirma.

O Plano

Hughes precisou de US$ 20 mil para montar seu foguete, mas essa verba não saiu do seu bolso. A missão é patrocinada por um grupo chamado “Research Flat Earth” (“Pesquisar a Terra Plana”). A expectativa é chegar a uma altitude de cerca de 500 metros, atingindo velocidades de aproximadamente 800 km/h no lançamento e retornar ao solo em segurança com o auxílio de paraquedas.

Em entrevista, ele afirmou que esse será apenas o primeiro passo para um programa mais ambicioso, com novos voos que deverão atingir altitudes acima dos 550 metros iniciais. O plano é usar balões para uma decolagem já em altitude elevada, o que poderia levar o foguete a 110 km do solo.

Hughes se mostra bastante cético em relação ao que cientistas afirmam de forma unânime nos últimos séculos. “Eu não acredito em ciência. Eu entendo sobre aerodinâmica e dinâmica de fluídos e sobre como as coisas se movem pelo ar, sobre bocais de determinados tamanhos para foguete e impulso. Mas isso não é ciência, é apenas uma fórmula. Não há diferença entre ciência e ficção científica”, ele afirma.

Apesar de o projeto parecer insano e um risco iminente de morte, Hughes já fez isso antes e sobreviveu para contar a história. Em 2014, ele realizou uma decolagem que chegou à altitude de 418 metros e apenas precisou passar alguns dias se recuperando dos efeitos da força G sobre seu organismo.


Fonte: Site Olhar Digital - http://olhardigital.uol.com.br/

Comentário: Pois é leitor, se esse maluco não se matar em breve realizará seu sonho de chegar ao espaço à custa desses Terraplanistas ignorantes e abestalhados. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor Cassio Carlo Oliveira pelo envio dessa notícia.

‘É Muito Mais Fácil Ser Pessimista do Que Otimista’

Olá leitor!

Segue abaixo uma notícia publicada dia (25/11) no site do jornal “O Estado de São Paulo”, destacando que segundo o presidente da Agencia Espacial Brasileira (AEB), o Sr. José Raimundo Coelho, a parceria do Brasil com a China na área espacial é sólida e “não haverá nenhum atraso” no cronograma do CBERS 4A por falta de recursos.

Duda Falcão

CIÊNCIA

‘É Muito Mais Fácil Ser
Pessimista do Que Otimista’

Presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB) disse que a parceria do Brasil
com a China na área espacial é sólida e “não haverá nenhum atraso” no
cronograma do CBERS 4A por falta de recursos

Herton Escobar,
O Estado de S. Paulo
Enviado especial
25 Novembro 2017 | 20h00

SÃO JOSÉ DOS CAMPOS - O presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), José Raimundo Coelho, disse que a parceria do Brasil com a China na área espacial é sólida e “não haverá nenhum atraso” no cronograma do CBERS 4A por falta de recursos – ainda que haja atrasos relacionados a questões jurídicas. Segundo ele, o satélite será lançado até o fim de 2018 ou, “na pior das hipóteses”, no início de 2019.

“É muito mais fácil ser pessimista do que otimista”, disse Coelho, rebatendo as previsões mais negativas de funcionários do próprio INPE. “Eu escolhi esse caminho difícil de ser otimista. Mas não é um otimismo irresponsável; estou em contato constante com o meu ministério e tenho pessoas ao meu lado que me garantem que isso vai acontecer.”

A AEB é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e repassa recursos ao INPE para projetos do programa espacial. O MCTIC afirmou que os valores do orçamento de 2018 ainda estão sendo negociados, e a pasta segue atuando para que o governo libere mais recursos para o setor, inclusive neste ano.


Fonte: Site do jornal O Estado de São Paulo - 25/11/2017

Comentário: Acontece que tembem é muito mais fácil mentir do que ter bolas Sr. Braga Coelho. Galera, esse banana sequer pode garantir as calças que veste quanto mais fazer este tipo de afirmação tendo o Brasil o governo que tem. É um irresponsável mentiroso e infelizmente continua obtendo espaço na mídia.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Manuscrito Sibiu, de 500 Anos, Já Mencionava a Construção de Foguetes de Múltiplos Estágios

Olá leitor!

Segue abaixo um interessante artigo publicado hoje (27/11) no site “Óvni Hoje”, destacando que Manuscrito descoberto em 1961 com supostamente 500 anos de idade, já mencionava a construção de foguetes de múltiplos estágios.

Duda Falcão

Manuscrito Sibiu, de 500 Anos, Já Mencionava
a Construção de Foguetes de Múltiplos Estágios

Ovni Hoje
27/11/2017


O manuscrito Sibiu, descoberto em 1961, é uma coleção de cerca de 450 páginas que incluem, entre muitas outras coisas, detalhes de foguetes de três estágios e voo de foguete tripulado.

A maioria de nós desconhece o fato de que há inúmeros manuscritos antigos espalhados por todo o mundo, descrevendo o que muitos consideram como realizações improváveis ​​do passado.

O que você diria se eu lhe dissesse que existe um manuscrito antigo de quase 500 anos, o qual descreve combustível líquido, foguetes de vários estágios e até mesmo foguetes tripulados?

Você diria que eu sou louco, ou que é apenas uma notícia falsa.

* Você já notou como as pessoas hoje em dia chamam de notícia falsa (fake) qualquer coisa que elas acham difícil de acreditar ou vai contra seu sistema de crenças?

De qualquer forma, o manuscrito Sibiu é real, não é uma notícia falsa, e, de fato, descreve, entre outras coisas, foguetes com combustível líquido e de vários estágios, e foi oficialmente publicado no século XVI, embora muitos acreditem que foi escrito usando textos encontrados ainda antes no passado.


O manuscrito Sibiu foi encontrado em 1961 por Doru Todericiu, professor de Ciência e Tecnologia da Universidade de Bucareste. O manuscrito continha cerca de 450 páginas que foram recuperadas dos arquivos da cidade de Sibiu, na Romênia.

Para a surpresa de Todericiu, o documento antigo estava inundado com desenhos e dados técnicos sobre artilharia, balística e descrições detalhadas de foguetes de vários estágios.

Referido como o manuscrito Sibiu desde então, acredita-se que o texto antigo tenha sido escrito por um homem chamado Conrad Haas, entre 1550 e 1570.

Acredita-se que Conrad Haas tenha sido um engenheiro militar que trabalhou para o Reino da Hungria e o Principado da Transilvânia.

As origens do manuscrito antigo não são muito claras, nem as origens de seu autor, o qual, segundo os historiadores, nasceu na Áustria ou na Transilvânia e se tornou o chefe do arsenal do Império Austríaco sob o Rei Ferdinand I.

Credito de imagem: Wikimedia Commons
Descrição de um foguete de Conrad Haas.

O manuscrito de Sibiu, escrito inteiramente em alemão, foi considerado um tratado teórico sobre a construção de diferentes tipos de armas, inclusive – pela primeira vez na história – tecnologia de foguete de multi-estágios. Ele também inclui detalhes sobre a combinação de fogos de artifício com armas, o projeto de barbatanas no formato de uma asa delta, bem como a criação de misturas de combustível com o uso de combustível líquido.

Isto continua a ser um mistério, independentemente de Haas ou não ter conseguido usar seus projetos e pôr em prática, mas alguns afirmam que um lançamento de foguete foi realizado em Sibiu em 1550, mas não há provas documentais para apoiar essas reivindicações.

Sabemos da história que Johann Schmidlap, um fabricante de fogos de artifícios da Bavária, no século XVI, e pioneiro de foguetes, foi o primeiro a experimentar com foguetes de dois e três estágios em torno de 1590.

Antes da descoberta do manuscrito de Sibiu, os primeiros detalhes de um foguete de três estágios foram atribuídos a Kazimierz Siemienowicz, um especialista polonês em artilharia, que publicou detalhes sobre a engenharia de foguetes em seu tratado artístico Magnae Artilleriae Pars Prima de 1650.

Conrad Haas escreveu algumas frases interessantes em seu manuscrito em que ele fala sobre o uso militar de foguetes (traduzido):

Mas meu conselho é para mais paz e não a guerra,
deixando os rifles calmamente armazenados, então
a bala não é disparada, a pólvora não é queimada ou
molhada, então o príncipe mantém seu dinheiro, o mestre
do arsenal [mantém] sua vida; esse é o conselho que
Conrad Haas dá.

E você pensava que os foguetes de vários estágios foram inventados pela NASA ou pela Agência Espacial Russa, não é mesmo? 

Parece que muito da nossa história é omitido propositalmente. E com algo tão simples como o que se leu acima sendo omitido dos livros de história, então imaginem só o que os donos do mundo fazem com as coisas que desafiam ainda mais o status quo.

Ah, claro, eles dizem e eu aceito: Essas são somente lendas e fábulas de um povo da antiguidade que só sabia inventar mentiras cabeludas.”


Fonte: Site Óvni Hoje - http://ovnihoje.com

Comentário: Pois é leitor. A questão aqui não é se o Manuscrito existe ou não (pesquise na internet), e sim se o mesmo tem realmente 500 anos de idade. Caso tenha, o mesmo vem se juntar a uma série de evidencias desconcertantes espalhadas nos cantos esquecidos em museus mundo afora (alguns com milhares de anos) ou mesmo ao ar livre, em cavernas ou em monumentos e ruínas de antigas civilizações que a Ciência tradicional e seus defensores se empenham em esconder ou mesmo denegrir a imagem daqueles que pesquisam essas evidencias. Esses pesquisadores retrógrados que negam a essência da própria Ciência com as suas atitudes, certamente entrarão para história com essa mancha em suas carreiras, já que a verdade tarda, mas ela sempre aparece.