sexta-feira, 28 de abril de 2017

Senador João Alberto Discursa em Plenario em Defesa do CLA

Olá leitor!

O Senador João Alberto Souza (PMDB/MA) esteve dia 26/04 discursando no plenario do Senado Federal em defensa do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA). Segundo o senador pmdebista é preciso definir o papel do CLA. Veja nesse discurso no vídeo abaixo.


Aproveitamos para agradecer uma vez mais ao nosso mais ativo leitor colaborador, Jahyr Jesus Brito pelo envio desse vídeo.

Duda Falcão

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Presidente da AEB Fala em Comissão na Câmara

Olá leitor!

O presidente da nossa Agencia Espacial de Brinquedo (AEB), o Sr. José Raimundo Braga Coelho, esteve participando no dia 26/04 de mais uma dessas palhaçadas intituladas de Audiência Publica, desta vez na COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA da Câmara dos Deputados (que nome pomposo), em Brasília, para participar da apresentação dos planos do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) para o ano de 2017.

Uma vez mais como de costume esse energúmeno faltou com respeito aos pioneiros do Programa Espacial Brasileiro (PEB) até começando bem o seu discurso, para logo depois começar com aquela estória de que o PEB começou oficialmente como programa quando da criação da antiga Missão Espacial Completa Brasileira (MECB) no final dos anos 70 e no início dos anos 80, fazendo questão até de lembrar aos presentes a sua participação nas discussões da época, convenientemente é claro. É um arrogante desclassificado que gosta de aparecer, mas enfim... Veja abaixo o vídeo.


Aproveitamos para agradecer uma vez mais o nosso incansável leitor Jahyr Jesus Brito pelo envio desse vídeo.

Duda Falcão 

Pesquisador do IAE Lança Livro Sobre Foguetes

Olá leitor!

O pesquisador Ariovaldo Felix Palmerio do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) do Comando da Aeronáutica (COMAER) convida a Comunidade Espacial de todo o país para o lançamento do livro de sua autoria intitulado “Introdução á Tecnologia de Foguetes”.

O evento se realizará dia 12 de maio (sexta-feira) às 18:30 no Memorial Aeroespacial Brasileiro (MAB) em São José dos Campos-SP.

CONVITE


Evento: Lançamento do livro “Introdução á Tecnologia de Foguetes”
Dia: 12/05/2017
Horário: A partir das 18:30
Local: Memorial aeroespacial Brasileiro (MAB)
Cidade: São José dos Campos-SP

Duda Falcão

Com Fim de Greve na Guiana, Brasil Deve Lançar Satélite no Dia 04/05

Olá leitor

Segue abaixo uma matéria publicada hoje (27/04) no site “Defesanet.com”, destacando que com o fim da greve na Guiana Francesa o Satélite  Frankenstein Francês SGDC será mesmo lançado ao espaço no dia 04 de maio.

Duda Falcão

COBERTURA ESPECIAL - Especial Espaço – Defesa

Com Fim de Greve na Guiana,
Brasil Deve Lançar Satélite

Nacionalistas encerram paralisação após governo francês aceitar
investir ¤ 1,1 bi em território; envio de foguete é marcado para dia 4

Pablo Pereira, Kouro
E Andrei Netto
DefesaNet.com
27 de Abril, 2017 - 10:10 ( Brasília )


Uma crise social e política na Guiana Francesa, com greve geral, bloqueio de estradas e de atividades econômicas e de abastecimento, e até fechamento temporário do aeroporto da capital, Caiena, impede o Brasil desde o dia 21 de março de enviar ao espaço um foguete com satélites, em um projeto de R$ 2,8 bilhões. Um acordo recente entre manifestantes e o governo francês permitiu remarcar o lançamento para 4 de maio.

Por enquanto, o primeiro Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) permanece no chão, em Kourou, a 70 quilômetros da capital do departamento francês na América do Sul. Um comunicado da Arianespace, empresa dona do veículo lançador, que tem na carteira mais de 550 satélites colocados no espaço desde sua criação em 1980, alegou falta de condições mínimas para operar a base.

O movimento grevista, puxado pelo grupo local nacionalista Pou Lagwiyann dékolé (Para a Guiana decolar), forte militância liderada por pelo menos 500 encapuzados vestidos de preto, os “500 Irmãos”, chegou até a ter um grupo de 30 militantes ocupando por 24 horas uma sala do Centro Espacial. Isso adiou também o lançamento de um satélite menor, da Koreasat, da Coreia do Sul, que seria levado com o SGDC brasileiro pelo foguete Ariane 5 no Flight VA 236.

No sábado, o governo da França e os grevistas assinaram um acordo em torno de um “plano de emergência” de um total de € 1,1 bilhão em investimentos nos próximos dez anos para atender às reivindicações da população local. O Palácio do Eliseu se comprometeu também a analisar o pedido de outros € 2 bilhões em investimentos.

O movimento grevista pedia mais investimento na luta contra a insegurança, pelo desenvolvimento das cidades do território, em especial em infraestruturas como água, energia elétrica, serviços de saúde e educação. Entre as medidas anunciadas estão um novo centro médico-cirúrgico, uma estrutura de polícia ampliada e a cessão de terras – 650 mil hectares ao todo – às administrações municiais e regionais do território.

Para Olivier Goudet, um dos membros do Movimento dos 500 Irmãos, que liderou os protestos, o acordo terá curta validade. “Uma vez que o próximo governo tome posse, desde o primeiro dia nós vamos entrar em ação”, garantiu. “O Estado nos deve € 7 bilhões, e não € 2 bilhões.”

Avanço. A colocação do SGDC na órbita da Terra amplia a oferta de banda larga (internet em alta velocidade) no País e permite que as Forças Armadas brasileiras obtenham a soberania no controle de seus sistemas de comunicações e monitoramento de fronteiras, por exemplo. Atualmente, a Defesa nacional compra acesso a canais de satélite de companhias estrangeiras. Com esse satélite em órbita, as comunicações desses órgãos públicos migram para os canais do SGDC.

O equipamento espacial é parte do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), planejado pelo governo brasileiro em 2010. Em 2012, o governo federal pensava em popularizar a internet distribuindo planos de 1 Mbps (Megabite por segundo) a preço de R$ 35 mensais. O satélite brasileiro começou a tomar forma em 2013 com investimento inicial previsto de R$ 2,1 bilhões. O valor atualizado está em R$ 2,784 bilhões, dos quais o Brasil já pagou R$ 2,060 bilhões. O restante, cerca de R$ 724 milhões, deve ser pago até 2019. Em março, segundo informações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), o governo informava que o País já havia desembolsado, somente no governo Temer, R$ 495 milhões com o projeto.

O SGDC tem 7,1 metros de altura e pesa 5.735 quilos. O foguete francês o levará até uma distância aproximada de 250 quilômetros. Aos 28m11s do momento do lançamento, segundo a contagem oficial dos técnicos franceses, o satélite será desacoplado para seguir viagem por mais 10 dias, navegando em círculos, até a órbita de permanência, a 35.926 quilômetros da superfície terrestre. Ao alcançar a posição geoestacionária, o equipamento entrará na fase dos testes por um período de dois meses.

“O lançamento do SGDC é um marco para o Brasil”, disse o presidente da Visiona Tecnologia Espacial, Eduardo Bonini, responsável pela gestão e integração do projeto do satélite. Segundo Bonini, o prazo previsto de entrega (setembro de 2016) e o cronograma para a janela de lançamento, aberta agora em Kourou, também seguiu o planejamento do SGDC.

Internet rápida. Construído na França, o satélite é produto de uma parceria da Visiona, criada para o projeto pela Embraer (51%) e Telebrás (49%), em contrato com a companhia franco-italiana Thales Alenia Space, construtora do equipamento em Cannes. O SGDC vai oferecer 57 transponders de banda ka, de uso comercial, e 5 canais de banda X, para uso militar. Com a traquitana no espaço, a Telebrás terá capacidade para transmissão de até 57 Gbps (Gigabytes por segundo), atendendo a demandas de comunicação e internet rápida em rincões como comunidades da Amazônia ao sertão nordestino e pampa gaúcho. O controle em Terra será feito por dois centros espaciais, um no Rio e outro em Brasília, e mais 5 estações da Telebrás.

Um plano de negócios para o potencial alargamento da oferta de internet rápida está em andamento na Telebrás. O governo quer vender de lotes de banda larga para empresas no segundo semestre. A Telebrás já tem o mapeamento dos locais de construção de uma malha de antenas para faturar com a novidade que virá do espaço. No Congresso, a oposição se mobiliza contra o plano da Telebras, criticando a comercialização dos lotes.

“O SGDC é um fato histórico para o Brasil", afirmou o presidente da Telebrás, Antonio Loss, que em março acompanhou uma comitiva do governo brasileiro que esteve em Kourou, quando o lançamento foi adiado a primeira vez por causa da greve que bloqueou o acesso à base espacial e obrigou a transferência do lançamento pelos técnicos do Ariane 5. Será o 287º lançamento feito pelos foguetes da Arianespace.

Tecnologia. "Parado" no espaço, o SGDC vai seguir o Brasil na mesma velocidade da rotação do Planeta com as antenas ligadas 24 horas sobre a área de cobertura - por 18 anos. Segundo cientistas brasileiros do projeto, este é um dos avanços da participação dos engenheiros nacionais na construção do SGDC. Foi um dos técnicos brasileiros quem fez os cálculos de redução de massa e aumento de capacidade de combustível e encontrou a maneira de prolongar a vida útil do equipamento no espaço, prevista inicialmente em 15 anos, acrescentando três anos de funcionamento.

“É como se você iluminasse uma área do globo com a luz de uma lanterna”, explicou o presidente da Telebrás. Um primeiro "facho", a banda ka, cobrirá a superfície brasileira proporcionando acesso à internet e facilitando programas de comunicações entre órgãos do governo. Os Ministérios da Saúde e da Educação têm projetos de integração nacional de escolas e postos de saúde. Com o SGDC em órbita, o Brasil poderá enxergar de alto a baixo a faixa de fronteiras brasileiras, devendo cobrir até as águas territoriais além da Ilha da Trindade, a mais distante da costa, a cerca de 1.400 quilômetros do Espírito Santo.

O segundo "facho" de cobertura, mais amplo, será usado pelo Ministério da Defesa (a banda X). Com comunicação criptografada, as antenas cobrem todo o Continente Sul-Americano, do Atlântico ao Pacífico, de cima a baixo. O projeto inicial, que começou no governo Dilma Rousseff, é uma parceria do Ministério de Ciência e Tecnologia e Inovação e Ministério da Defesa, contratantes da Visiona para a prestação do serviço.

De acordo com técnicos, toda a comunicação governamental (civil e militar) será transferida para dentro do sistema SGDC. Quando não prestar mais para nada, lá por 2035, o satélite ainda terá forças para subir no céu para além da órbita dos 100 mil quilômetros, onde ficará girando para sempre no lixão das tralhas espaciais.



Comentário: Bom, para quem ainda se interessa por esse engodo, tá aí a confirmação da notícia anterior divulgada pelo Blog sobre o lançamento desse Satélite Frankenstein Francês SGDC.

Frente Pela Modernização da Base de Alcântara

Olá leitor

Segue abaixo uma matéria publicada hoje (27/04) no site “Defesanet.com”, destacando que a Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados apoiará a reestruturação e o fortalecimento do Programa Espacial Brasileiro (PEB).

Duda Falcão

COBERTURA ESPECIAL - Especial Espaço - Defesa

Frente Pela Modernização da Base de Alcântara

Comissão apoiará reestruturação do Programa Espacial Brasileiro

DefesaNet.com
27 de Abril, 2017 - 10:30 ( Brasília )


A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara dos Deputados apoiará a reestruturação e o fortalecimento do Programa Espacial Brasileiro, bem como a transformação da Base de Lançamentos de Alcântara, no Maranhão, em um centro espacial.

A declaração foi feita nesta quarta-feira (26) pela presidente da comissão, deputada Bruna Furlan (PSDB-SP), durante evento de apresentação da Frente Parlamentar para a Modernização do Centro de Lançamentos de Alcântara.

Segundo a deputada, haverá audiências públicas sobre o tema no colegiado. "Já aprovamos dois requerimentos a respeito e apreciaremos mais um para ouvirmos autoridades do Ministério da Defesa, do Comando da Aeronáutica e da Agência Espacial Brasileira.”

Presidente da frente, o deputado José Reinaldo (PSB-MA) disse que Alcântara “é um dos melhores locais do mundo para lançamentos aeroespaciais, devido à sua proximidade com a Linha do Equador, e que a dinamização do centro trará reflexos diretos ao desenvolvimento tecnológico brasileiro”.

Segundo José Reinaldo, o mercado mundial de lançamento de satélites movimenta cerca de 300 bilhões de dólares por ano e o Brasil precisa priorizar os investimentos no programa espacial, que, em 2016, recebeu apenas R$ 300 milhões.

O deputado Pedro Fernandes (PTB-MA), autor de requerimento para ouvir na comnissão autoridades ligadas ao setor, disse que o objetivo é debater com as instituições formas de contribuição com o crescimento do centro de lançamentos, explicar sua relevância para a soberania nacional, a potencialidade que possui e os acordos de cooperação internacional na área.



Comentário: É engraçado observar a Deputada Bruna Furlan (PSDB-SP) falar que vai apoiar o PEB, já que quando os Tucanos estavam no poder em momento algum eles fizeram isso, mas demonstra a falta de seriedade como a questão espacial é tratada no país. Outro sinal nesta direção é que até agora a Agencia Câmara não publicou absolutamente nada sob o assunto, há não ser duas notas anteriores sobre a realização do evento. Vale dizer leitor e você pode observar pelo vídeo abaixo que a primeira vez que a ideia da criação desta Frente Parlamentar foi apresentada em plenário ocorreu na manhã do dia 31 de agosto do ano passado, quando então o deputado federal Pedro Fernandes (PTB) subiu a tribuna para falar sobre o Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) e sobre esse assunto.


No entanto leitor essa não é a primeira Frente Parlamentar nem a última a ser criada por esses vermes energúmenos, e ingênuo é quem acredita mesmo que essa história vai dar em algo de positivo para o país, além da grande possiblidade de se gerar ainda mais merda. Ah! Antes que o leitor viaje na maionese, a imagem acima do SARA é meramente ilustrativa. Aqui vale também mais um agradecimento ao nosso leitor Jahyr Jesus Santos pelo envio deste vídeo.

Agência ALEMA Promove Debate Sobre o CLA e o PEB

Olá leitor!

No dia 31 de março passado o programa “Mesa Redonda” da Agência ALEMA (Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão) exibiu um debate tendo como tema o “Centro de Lançamento de Alcântara (CLA)” e as atividades espaciais do país.

Trago agora para você leitor esse interessante debate através do vídeo abaixo e lhe convido a assistir na íntegra esse bate-papo promovido pela ALEMA com o Deputado Estadual Bira do Pindaré (PSB/MA), o Secretário de Ciência e Tecnologia e Inovação do Estado do Maranhão Jhonatan Almada e o Dr. Prof. Allan Kardec Duailibe do Departamento de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), tendo como mediador o jornalista Luiz Pedro.


O vídeo tem pouco mais de 40 minutos, portanto acomode-se da melhor forma possível e se prepare para ouvi-lo com atenção. Aproveito para agradecer o nosso incansável leitor Jahyr Jesus Brito por ter descoberto e nos enviado esse vídeo. Agora é com você caro leitor e o debate está aberto.

Duda Falcão

Atualizando Nossas Campanhas

Olá leitor!

Esta é a última quinta-feira  do mês de abril e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom leitor quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, até agora 16 grupos já se inscreveram. São eles Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCEFABCEFEC, Grupo Carl Sagan, Grupo CEPAGrupo GREAVE, Grupo de Desenvolvimento Aeroespacial (GDAe) da UFC, Grupo Pionners,  Grupo Supernova Rocketry, Infinitude FoguetismoITA Rocket Design, NTA,, PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo), Projeto Jupiter  e UFABC Rocket Design. Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS: Continuo esperando que os 13 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Já quanto á “Campanha de Manutenção do Blog”, não houve mudança, apenas três colaboradores realizaram até o momento as suas contribuição no mês de abril no vakinha.com.br. Foram eles:

1 - Carlos Cássio Oliveira (presidente do CEFAB)
2 - Leo Nivaldo Sandoli
3 - Mariana Fraga

OBS: informo aos leitores que ainda não sabem que  a campanha de manutenção do Blog pode ser acessada pelo link: http://www.vakinha.com.br/vaquinha/manutencao-do-blog-brazilian-space.

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir da próxima semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

Duda Falcão

BR-RU - Ministros Jungmann e Shoigu Reunem-se em Moscou

Olá leitor

Segue abaixo uma matéria publicada ontem (26/04) no site “Defesanet.com”, destacando que o Ministro da Defesa do Brasil, Raul Jungmann, e o Ministro da Defesa da Rússia, General-de-Exército Sergei Shoigu, reuniram-se dia 25/04, em Moscou, antes  da abertura dos eventos da VI Moscow Conference on International Security (MCIS).

Duda Falcão

COBERTURA ESPECIAL - Brasil - Rússia - Defesa

BR-RU - Ministros Jungmann e
Shoigu Reunem-se em Moscou

Os ministros da Defesa do Brasil e Rússia reuniram-se em Moscou durante
os eventos do VI Moscow Conference on International Security (MCIS)

DefesaNet.com
26 de Abril, 2017 - 16:40 ( Brasília )


O Ministro da Defesa da Rússia, General-de-Exército Sergei Shoigu, e do Brasil Raul Jungmann reuniram-se, dia 25 ABR,  em Moscou, antes  da abertura dos eventos da VI Moscow Conference on International Security (MCIS)

Falando sobre o atual momento e intensidade do diálogo russo-brasileiro, o chefe das Forças Armadas da Federação Russa observou que é prevista uma movimentada agenda de conversações entre os dois países durante a visita oficial do Presidente do Brasil, Sr Michel Temer, a Moscou, em 21 de junho deste ano.

General-de-Exército Sergei Shoigu disse que o Ministério da Defesa russo aprecia a disposição do Presidente do Brasil para retomar o diálogo bilateral, em todos os níveis, e cooperação mutuamente benéfica em vários campos, incluindo a cooperação técnico-militar.

"Compartilhamos visões semelhantes sobre uma série de questões internacionais. Estamos participando com sucesso em vários fóruns multilaterais - a ONU, G-20 e os BRICS, - acrescentou o ministro da Defesa da Rússia.

Por sua vez, os Ministro Raul Jungmann disse que o Brasil considera a Rússia como um dos fatores básicos de estabilidade Mundial, os dois países compartilham pontos de vista comuns em muitas questões internacionais.

"Em junho deste ano, está prevista a segunda reunião bilateral entre a Rússia e o Brasil a nível de Chefes de Defesa. Nesta ocasião, gostaria de renovar o convite ao Sr. Ministro, a visitar o Brasil - disse Raul Jungmann. - Espero que os nossos futuros encontros ajudem a elevar o nível das nossas relações a um patamar ainda mais elevados em no campo militar e cooperação técnico-militar".

Também no futuro próximo espera-se que possamos ter treinamentos militares - Russo no Brasil e Brasileiro na Rússia.

Em outro momento o Ministro Raul Jungmann fez um pronunciamento na VI Moscow Conference on International Security (MCIS) ( ver matéria Jungmann defende, na Rússia, o fim das armas nucleares e atômicas Link)




Comentário: Bom leitor, essa notícia nos interessa, pois se realmente o uso da Base de Alcântara está sendo discutida com os Russos, certamente esse assunto foi abordado neste encontro entre o energúmeno brasileiro e o militar russo.

quarta-feira, 26 de abril de 2017

Eleita a Logomarca da BAR

Olá leitor!

Foi postado no dia de hoje (26/04) no "Blog Minifoguete", uma nota informando que já foi escolhida a logomarca da Associação Brasileira de Minifoguetes (ABMF), ou BAR (Brazilian Association of Rocketry), nomenclatura esta a qual os fogueteiros associados parecem preferir quando se referem a mesma. Veja abaixo.

Duda Falcão

Eleita a Logomarca da BAR

A logomarca da Associação Brasileira de Minifoguetes está na figura abaixo.

Logomarca da Associação Brasileira de Minifoguetes.

A BAR recebeu 26 propostas de logomarca das seguintes 11 pessoas e uma equipe de foguetes:

* Alice Serafim Marchi

* André Vanzolin

* Beyond Rocket Design

* Carlos Cássio Oliveira

* Cecília Serafim Marchi

* Cícero Serafim Marchi

* Éderson Luiz dos Santos Dias

* Francélio Hardi

* José Roberto de Andrade e Paula

* Pedro Daun

* Saulo Carneiro Cardoso

* Simone Rodrigues de Sousa

Houve 30 votos válidos de sócios cadastrados na BAR.

O vencedor do concurso foi Saulo Carneiro Cardoso, estudante da Universidade Federal do Ceará, cuja proposta recebeu 14 votos válidos ou 47% dos votos válidos.

Agradecemos a todos que participaram com propostas e que votaram.

A BAR concederá como prêmio ao vencedor um kit de minifoguete comercial e um certificado a serem entregues durante o IV Festival Brasileiro de Minifoguetes em Curitiba no dia 1 de maio de 2017.


Fonte: Blog “Minifoguete“ - http://minifoguete.blogspot.com.br

Comentário: Bom, bom, muito bom mesmo. Avante BAR.

Mais Sobre os Possíveis Acordos de Salvaguardas Com Outros Países Visando o Uso Comercial do CLA

Olá leitor!

Apesar do tema dessa matéria abaixo não ser exatamente uma novidade aqui no Blog, o mesmo continua em debate entre os nossos leitores e certamente na Comunidade Espacial devido ao seu grande significado para o setor espacial do país. Diante disto, como essa matéria postada dia 12/04 no site oficial do Ministério da Defesa (MD) foi a mais completa sobre o assunto, resolvi publicá-la, para que assim apimente ainda mais as discussões sobre essa nova pseudo iniciativa espacial do Governo.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Quatro Países Manifestaram Interesse em
Parceria Com o Brasil no CLA do Maranhão

Por Roberto Cordeiro
Assessoria de Comunicação Social (Ascom)
Ministério da Defesa
61 3312-4071

Alcântara (MA), 12/04/2017 – Estados Unidos, França, Rússia e Israel manifestaram interesse em formalizar parceria com o Brasil para utilização do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no estado do Maranhão. A informação é do ministro da Defesa, Raul Jungmann, que esteve nesta quarta-feira (12) conhecendo as instalações do Centro e o programa espacial brasileiro. Jungmann frisou que qualquer acordo com as partes interessadas se dará sempre levando em consideração a soberania do Brasil.

“Na semana passada, um grupo francês esteve visitando o Centro de Lançamento. Obtive informações hoje que o CLA está em condições operacionais. Ou seja, se houver algumas demandas, o centro pode lançar foguetes num prazo de uma semana”, afirmou o ministro.

Fotos: Sgt Johnson/FAB
Isto O CLA está em condições operacionais, se houver alguma
demanda, podemos lançar foguetes num prazo de uma semana.

Além disso, Jungmann explicou que mantém conversas com a direção da Embraer Defesa no sentido de o conglomerado nacional, que é sócio na Visiona, junto com a Telebrás, também fixar acordos com o CLA. A Visiona é a empresa que contratou junto à francesa Thales o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC).

“Vou também procurar o BNDES para que o banco possa apontar formas de fomento para o Centro de Lançamento. Numa outra frente conversarei com os responsáveis na Casa Civil da Presidência da República para equacionar as questões de natureza fundiárias”, contou.

Centro de Lançamento

Na sala do Sistema de Controle Operacional e Disparo (SCOD), Jungmann conversou com jornalistas. Indagado se a visita ao CLA tratava-se de “uma cordialidade”, o ministro respondeu: “Não é algo relativo à cordialidade, é algo relativo ao relançamento de Alcântara.

Isso aqui é um ativo do Brasil. Este Centro, como eu acabei de ouvir do comandante, é o que tem melhores condições não só geográficas, mas também em termos de equipamento em todo o hemisfério sul do planeta. Aqui o Brasil investiu muito e o Brasil tem muito a lucrar com o relançamento de Alcântara. Nós estamos redefinindo toda a governança e nós estamos revendo os acordos de salvaguardas. Existe a ideia em firmar exatamente esses acordos com a Rússia, que tem manifestado interesse; com a França, com Israel e com Estados Unidos, e nós retiramos o acordo anterior que tínhamos com os Estados Unidos no Congresso Nacional e vamos reenvia-lo em breve.”

O ministro afirmou também que nunca ocorreu a descontinuidade do CLA.” No ano passado, nós tivemos dois lançamentos, esse ano vão ter pelo menos quatro, ou seja, Alcântara nunca parou. O projeto espacial desenvolvido pela Aeronáutica, pela Ciência e Tecnologia e pela AEB jamais parou. Agora, ele precisa e vai ter de fato uma recriação e um relançamento. Vamos criar o Conselho Nacional da área espacial brasileira, o presidente da República, em breve, deve emitir um decreto a esse respeito e nós vamos, inclusive, conversar com o setor privado brasileiro. Já conversamos, por exemplo, com a Embraer, que tem interesse também aqui, e vamos procurar resolver a questão da área especificamente no que diz respeito aos quilombolas, porque nós precisamos de mais de 12 mil hectares para que a gente possa ter aqui até 6 bases de lançamento. E só pra dar uma ideia aos senhores, dado o mercado hoje e valor de um lançamento de um satélite que pode ir de 30 milhões a 120 milhões de dólares. Nós temos condições aqui de gerar recursos da ordem US$1,2 bilhão e a US$ 1,5 bilhão ao ano para o Brasil e evidentemente, com ganhos para o Maranhão e para toda a região”.

No ano passado, nós tivemos dois lançamentos, esse ano
vão ter pelo menos quatro, ou seja, Alcântara nunca parou.

E continuou: “O diálogo neste momento não está se dando porque nós estamos na fase de reenviar esse projeto para o Congresso Nacional e é importante dizer que nós aqui não vamos trabalhar só com os Estados Unidos, nós vamos trabalhar, se houver interesse, e se de fato formos adiante, com diversos países, a Rússia, como foi aqui citado; a França, que esteve aqui recentemente; Israel também tem interesse. Nós vamos transformar isso aqui em algo que será plural e, obviamente, também com a participação brasileira, que deve também ter condições. As empresas nacionais podem explorar esse Centro, que tem a melhor localização geográfica do mundo e no hemisfério sul é o mais bem equipado, com instrumentos de ponta e pessoal treinado. Para os senhores terem uma ideia, ainda há pouco, eu e o brigadeiro Rossato conversamos, que se for necessário, dentro de uma ou duas semanas, podemos fazer um lançamento. Está tudo pronto para se fazer um lançamento.”

Acordo

Na conversa Jungmann abordou também a questão fundiária: “Nesse momento, na Casa Civil, este processo de conciliação está sendo devidamente finalizado e, pelas informações que nós temos é que já existe um pré-acordo, para que seja feito o remanejamento dessas famílias, para que elas tenham absoluta condição de habitação e de, obviamente, levar a sua vida. Agora, esse centro para ser funcional, para ele poder ser operado e trazer todos os ganhos que trará em termos de ciência e de tecnologia e, de cursos de extensão na área aeroespacial, engenharia, inclusive, para a região.”

Jungmann classificou que a defesa do País está relacionada ao espaço. “Defesa está relacionada ao espaço, à questão de desmatamento, enfim, há uma infinidade de atividades que são essenciais para o Brasil e que são desenvolvidas a partir do espaço. Por isso é que nós precisamos de mais 12 mil hectares para, somando aos 8 mil que já existem, fazer uma exploração do potencial que, como já se disse, é único no mundo e isso aqui de fato é um ativo, é uma joia que o Brasil tem e que precisa ser amplamente utilizado.”

O Centro de lançamento tem suas finalidades
de defesa e suas finalidades comerciais.

Segundo ele, ocorreram erros políticos que estão sendo revistos. Daqui para frente “estaremos fazendo a coisa certa, fazendo a coisa com transparência e, sobretudo, com profissionalismo, não repetindo os erros anteriores e que não foram, em momento algum, tenham certeza disso, responsabilidade da Força Aérea e muito menos da Defesa, essa foi uma decisão política equivocada e que nos gerou prejuízo, mas isso não se repetirá, vocês podem ter certeza”, salientou o ministro”

O ministro comentou ainda que “os russos lançam foguete em Kourou, na Guiana. Nos Estados Unidos você pode ter lançamento de outros países. Na verdade você tem, digamos assim, uma exploração comercial em qualquer centro do mundo. Agora, só tem um detalhe aqui, os lançamentos custam em termos de combustível 30% menos. Então, você tem uma vantagem que é mais competitiva do que qualquer outro centro de lançamento do mundo. 

Jungmann ressaltou que o centro de lançamento tem suas finalidades de defesa e suas finalidades comerciais. “ Em qualquer lugar do mundo, existe algo semelhante com o que vai ter no Brasil. Portanto, a soberania, a independência nacional, estarão absolutamente preservadas. Além do fato que nenhum país, nenhuma empresa terá o monopólio disto aqui, quem terá o controle integral dessa área, do Centro de Lançamento será o Brasil, a partir da sua soberania e a partir daquilo que o Congresso Nacional entender que deve ser feito.”

O que deve acontecer, frisou Jungmann, “é que nós recolhemos todas as críticas que foram feitas, arredondamos interiormente no Governo e ouvimos do Congresso, das lideranças do Congresso, e vamos apresentar uma nova proposta. O Congresso é soberano e caberá a ele é aprovar.”

E continuou: “entendo também que o fato de que não estaremos só restrito aos Estados Unidos, como também não estaremos restrito, como no passado, à Ucrânia. Ninguém aqui vai ter o monopólio ou ninguém aqui vai deter o controle que será do Brasil, será nacional e será em função da defesa e da soberania do nosso País”, reforçou o ministro mais uma vez.

Apresentação do CLA

Jungmann seguiu na manhã desta quarta-feira para o Maranhão. Acompanhado do comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Luiz Rossato; do chefe de Assuntos Estratégicos do Ministério da Defesa, brigadeiro Alvani Adão da Silva; e do diretor-geral de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, brigadeiro Carlos Augusto Amaral Oliveira. Jungmann foi recebido em Alcântara pelo comandante do CLA, coronel Luciano Valentim Rechiuti.

No auditório do prédio central, o coronel Luciano realizou um briefing com a narrativa do histórico do centro de lançamento. O comandante disse que o CLA começou a ganhar forma em 1979 e, no ano seguinte, houve a declaração de uma área de 62 mil hectares como de utilidade para a construção do centro. Por meio do Decreto nº 88.136/83 se instituiu o CLA. Já no ano seguinte, ocorreu a desapropriação do território para a montagem da estrutura.

Jungmann foi recebido em Alcântara pelo comandante
do CLA, coronel Luciano Valentim Rechiuti.

Os primeiros lançamentos se iniciaram nos anos 1990 com o Sonda II. Em 1994 dois avanços importantes: a criação da Agência Espacial Brasileira (AEB) e o Programa Nacional de Atividades Espaciais (PNAE). O coronel Luciano mostrou à comitiva, durante a palestra, os cinco setores do centro de lançamento: comando e controle, preparação de lançamentos, controle de satélites, apoio e residencial e hoteleiro.

“Tivemos muitos avanços em termos de modernização, em termos de equipamentos. Temos agora uma área específica de segurança de voo e uma sala de crise. Posso assegurar que o CLA dispõe de plena capacidade operacional”, disse o coronel Luciano.

Após o término da visita ao CLA, o ministro Jungmann e o brigadeiro Rossato sobrevoaram a área e depois seguiram para o Palácio dos Leões, sede do Governo do Maranhão. Lá foram recebidos, em audiência, pelo governador Flávio Dino.


Fonte: Site do Ministério da Defesa (MD)

Comentário: Bom leitor, já disse aqui e vou repetir. Fazer acordos de Salvaguardas que possibilitem o uso das Bases brasileiras com os EUA ou qualquer nação do mundo não há problema algum desde que não venha ferir a nossa soberania e que traga benefícios científicos e tecnológicos e dividendos ao país (isto é praxe no mundo) e o Brasil já fez isto indiretamente e exitosamente com a Alemanha, e da mesma forma indiretamente com a Argentina, o que acabou resultando numa missão conjunta lançada em 2007, apesar desses casos não serem acordos visando o uso comercial dessas bases. Vale lembrar também leitor que o único acordo comercial até hoje feito pelo Brasil, foi o desastre pré-anunciado do acordo com a Ucrânia que gerou a mal engenhada empresa megalomaníaca Alcântara Cyclone Space (ACS), uma iniciativa desastrosa desses Petralhas de merda motivada exclusivamente por questões políticas (já havíamos registrado esta informação em comentários anteriores) como bem reconheceu o energúmeno do Ministro Jungmann. O engraçado desta história é que apesar deste reconhecimento esse verme esquece convenientemente que o seu chefe atual foi um dos que apoiaram abertamente esse mesmo desastre, e agora com a maior cara de pau tenta tirar uma de mocinho e líder competente na escolha de um novo rumo para o Programa Espacial do país. Ora leitor, esses vermes não ouviram ninguém na questão do acordo com a Ucrânia, passaram por cima dos que diziam os especialistas e agora se sentem preparados e prontos para fazerem as escolhas certas??? Ora, faça-me uma garapa seus vermes de merda. A matéria acima sutilmente (esperei que alguém comentasse para testar a atenção de nossos leitores, pois esta informação também foi abordada nas matérias anteriores) afirma que: “O CLA está em condições operacionais, e se houver alguma demanda, o centro pode lançar foguetes num prazo de uma semana”. Ora leitor jamais tive qualquer duvida quanto a isso, mas se é verdade mesmo, porque não estão realizando lançamentos no centro? Cadê o Projeto SARA???? Cadê a continuidade dos testes com o motor líquido L-5???? Porque não se da continuidade no Programa Microgravidade dessa Agencia Espacial de Brinquedo (AEB) ??? Porque o governo não estabelece uma Missão Espacial factível como ocorrem em países que levam as suas atividades espaciais com seriedade???? Voltando a questão dos acordos, note você leitor que o Ministro Jungmann condiciona esses possíveis novos acordos de Salvaguardas a aprovação do mesmo Congresso que aprovou o desastroso acordo com a Ucrânia que, agora como num passe de mágica, esta preparado para conduzir a aprovação desses novos acordos. É Claro que o processo politica passa evidentemente pela participação do Congresso nesta questão, seja no Brasil ou em qualquer democracia do mundo (séria ou não), porém o que se discute aqui é não só a inegável falta de competência do Congresso nesta questão, bem como a sua corruptibilidade, o que poderá gerar acordos ‘Candirus’ (onde outras nações entram com ”P” e o Brasil com “C“, se é que vocês me entendem), causando novamente grandes prejuízos aos cofres públicos do país. Outra informação que precisa ser passada para a Sociedade é que desde a MECB (Missão Espacial Completa Brasileira), quando da criação do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) já fazia parte dos planos a criação de diversos sítios de lançamento para o uso comercial com outros países, bem como transformar toda a área adjacente ao CLA num grande centro espacial com sedes de empresas e instituições de pesquisas (civis e militares), bem como centros educacionais voltados para área espacial, centro este que foi denominado nesta época de Centro Espacial de Alcântara (CEA). No entanto leitor, devido a falta de compromisso de diversos governos subsequentes com esta questão e os problemas gerados com as Comunidades Quilombolas da região, os estudos foram feitos, recursos gastos com esses estudos, mas os seus resultados jamais postos em pratica, coisa que agora o Governo TERMER parece querer resgatar. O que é difícil acreditar é que esse governo de merda venha fazer isto com a seriedade e competência que a questão exige.

No Planetário de Brasília Estudantes Viajam Pelas Galáxias

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (25/04) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que no Planetário de Brasília estudantes viajam pelas Galáxias.

Duda Falcão

No Planetário de Brasília
Estudantes Viajam Pelas Galáxias

Mayara Oliveira
Coordenação de Comunicação Social – CCS
25/04/2017

Fotos: Valdivino Júnior/CCS

Um grupo de estudantes da Escola Franciscana Nossa Senhora de Fátima participou, na última segunda-feira (24.04), de uma visita guiada pelas galáxias e nebulosas expostas em quadros, no Planetário de Brasília. Realizada pela Agência Espacial Brasileira (AEB), a visita contou também com uma sessão comentada na cúpula do Planetário e oficina de construção de uma carta celeste, usada para identificar objetos astronômicos.

Os 34 alunos do 6º ano conheceram os projetos desenvolvidos pela AEB, entre eles a réplica do Veículo de Sondagem Brasileiro (VSB-30), exposto na área externa do Planetário. Os estudantes ficaram maravilhados com o que viram. Para Ítalo Martins, de 11 anos, foi uma ótima oportunidade para conhecer mais sobre o planeta Terra. “É interessante saber que o Brasil tem projetos voltados para o espaço”, contou.


Além do VSB-30, outros projetos estavam expostos no local e foram apresentados aos alunos, como o Satélite de Coleta de Dados (SCD-2), lançado ao espaço em 1998. O SCD-2 é um satélite de pequeno porte que opera em uma órbita de 760 km de altitude, e fornece dados ambientais ao país com base na utilização de satélites e plataformas de coleta de dados (PCDs).

Também foram apresentados os Foguetes Suborbitais VS-30 e VS-40, o Veículo de Sondagem Brasileira (VSB-30), direcionado a realizar experimentos em ambiente microgravitacional. A série de foguetes SONDA, utilizados para missões suborbitais de exploração do espaço, capaz de lançar cargas úteis compostas por experimentos científicos e tecnológicos que serviram de base para a criação dos motores que compõem o Veículo Lançador de Satélites (VLS 1).

Os estudantes conheceram também as constelações mais famosas e os planetas que compõem o sistema solar na sessão comentada, que aconteceu na cúpula do Planetário. Logo em seguida foi exibido o filme Dois Pedacinhos de Vidro. A produção conta a história do telescópio, começando com a luneta do físico, matemático e astrônomo, Galileu Galilei, até os modernos instrumentos astronômicos.


Para a coordenadora pedagógica da Escola Franciscana, Cristiane Vasconcelos, a atividade foi uma oportunidade de praticar o que os alunos estudam na escola. “A prática da teoria é muito importante, pois eles absorvem o conhecimento de uma forma muito mais precisa”, explicou.

A programação foi encerrada com uma oficina de construção de cartas celestes, usadas desde a antiguidade até os dias atuais para a identificação dos corpos celestes.


Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)