quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

MAST Participa de Projeto Para Estudar os Meteoros

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (31/12) no site do “Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)” destacando que o Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST) e o Observatório Nacional (ON) participam de Projeto FRIPON de origem francesa para estudar meteoros.

Duda Falcão

CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO

MAST Participa de Projeto
Para Estudar os Meteoros

Projeto que começou na França chega ao Brasil numa parceria do MAST
com o Observatório Nacional. Estudo dos meteoros ajuda a entender
a história do Sistema Solar, afirmam astrônomos.

Por Ascom do MCTI
Publicação: 31/12/2015 | 11:00
Última modificação: 31/12/2015 | 11:04

Crédito: Divulgação / MAST
Os astrônomos Júlio Camargo, do Observatório Nacional, e Eugenio Reis,
do MAST, participam do Projeto FRIPON, que estuda os meteoros.
Informações obtidas ajudam a conhecer a história do Sistema Solar.

O Museu de Astronomia e Ciências Afins (MAST/MCTI) está participando de um projeto que tem o objetivo de observar o céu em diferentes lugares do mundo para localizar os meteoros que atravessam a atmosfera da Terra. Para isso, uma câmera foi instalada no terraço do prédio do MAST, no Rio de Janeiro, a partir de um acordo firmado com o Observatório Nacional (ON/MCTI).

O Projeto FRIPON (Fireball Recovery and Interplanetary Observation Network) começou em 2013 com a finalidade de observar o céu da França de diferentes pontos, à procura da maior quantidade possível de meteoros. Utilizando uma câmera "AllSky", com lente olho de peixe, os cientistas conseguem identificar bólidos em praticamente toda a área visível do céu. Devido ao brilho dos fenômenos, o equipamento pode ser utilizado mesmo em grandes cidades, com muita poluição luminosa.

Com os dados obtidos pelas câmeras, é possível determinar de onde vêm os meteoros observados, calculando sua órbita, e descobrir com grande precisão – um raio de cerca de 1 quilômetros – onde os possíveis meteoritos caíram. O estudo desses objetos é de grande importância para o conhecimento da história do Sistema Solar, já que suas composições podem ter permanecido inalteradas por bilhões de anos.

"As câmeras servem para você fazer a triangulação e o cálculo do possível local de queda dos meteoritos. E aí você recupera e estuda", explicou o astrônomo Eugênio Reis, supervisor do projeto no MAST. "Esses meteoritos podem ser resquícios da formação do Sistema Solar, ou seja, tão velhos quanto a Terra. Ou resquícios de planetas ou planetoides que existiram no começo e depois se fragmentaram, mas, de qualquer forma, contam a história do Sistema Solar."

O FRIPON chegou ao Brasil a partir de uma parceria entre o projeto, o ON e o MAST. Os responsáveis pelo programa no País são os cientistas Roberto Martins e Júlio Camargo, do Observatório Nacional. O astrônomo francês François Colas, membro da equipe do FRIPON, veio ao campus do MAST para instalar o equipamento. O Museu de Astronomia entrou na colaboração cedendo o espaço do terraço de seu prédio sede para abrigar a câmera, sob a supervisão de Eugênio Reis, astrônomo e coordenador em educação e ciências do MAST.


Fonte: Site do Ministério da Ciência,Tecnologia e Inovação (MCTI)

CPTEC/INPE Inicia 2016 Com Novo Modelo Global de Previsão do Tempo

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada dia (29/12) no site do “Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)” destacando que o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do INPE iniciou 2016 com novo Modelo Global de Previsão do Tempo.

Duda Falcão

CPTEC/INPE Inicia 2016 Com Novo
Modelo Global de Previsão do Tempo

Terça-feira, 29 de Dezembro de 2015

As previsões de tempo em escala global do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC), do INPE, começam a ser geradas a partir do primeiro dia do ano com um novo modelo atmosférico de circulação global, o BAM (Brazilian Global Atmospheric Model), com uma resolução espacial de 20 quilômetros e 96 camadas na vertical. Este novo modelo substitui a última versão do Modelo de Circulação Geral Atmosférico (Atmospheric Global Circulation Model - AGCM), em operação desde 2010, processado a uma resolução espacial de 45 quilômetros e 64 camadas na vertical.

Como o modelo global é utilizado para processar outros modelos do CPTEC, tais como os de previsões de tempo para América do Sul, clima sazonal, qualidade do ar, a expectativa é de que, gradualmente e muito em breve, estas previsões ganhem maior confiabilidade e qualidade. Melhorias deverão ser percebidas, em especial, para as previsões de eventos extremos, tais como chuvas intensas, períodos de seca, eventos de El Niño, etc.

O modelo antigo (AGCM) era uma versão modificada e melhorada do modelo global do COLA (Center for Ocean-Land-Atmosphere Studies), dos Estados Unidos, que começou a ser processado na inauguração do CPTEC, em 1994. Entretanto, para melhorar as previsões de tempo e clima em altas resoluções no Brasil, foi necessário desenvolver um modelo global próprio com uma nova dinâmica (equações do movimento da atmosfera) e física no estado da arte (radiação, camada limite, processos de superfície, microfísica, etc.), mais adequadas para as condições da América do Sul.

Segundo o chefe da Divisão de Modelagem e Desenvolvimento (DMD), do CPTEC, Silvio Nilo Figueroa, o BAM ficou em modo experimental durante um ano e em fase pré-operacional nos últimos três meses. Uma avaliação recente do desempenho do BAM para previsões de chuva sobre a região Sudeste apresentou níveis de acerto e qualidade similares àquelas geradas pelo modelo GFS (Global Forecast System), do NCEP (National Centers for Environmental Prediction), dos Estados Unidos (Figura 1). Por outro lado, em uma comparação entre os modelos antigo (AGCM) e novo (BAM) para a região dos trópicos, o BAM apresentou uma boa correlação de suas previsões em relação às observações com até cinco dias de antecedência, enquanto o antigo modelo mostrou uma queda de desempenho a partir do segundo dia das previsões (Figura 2).

Os desenvolvimentos realizados no BAM terão desdobramentos sobre os modelos regionais ETA e BRAMS, que cobrem a América do Sul, com resoluções iguais ou menores a 5 quilômetros, e que serão alimentados com as condições de contorno do novo modelo. Com estas implementações, a expectativa é de que as previsões de tempo para o Brasil deverão melhorar bastante nos próximos meses tanto em qualidade, com maior riqueza de detalhes, como em confiabilidade, principalmente para as previsões com mais de 2 dias de antecedência.

O bom desempenho do BAM trará impactos para os modelos regionais de 1 quilômetro que serão utilizados como condições de contorno (ventos) para as previsões de ondas e correntes para a Baía da Guanabara, durante as Olimpíadas do Rio de Janeiro, no próximo ano, compromisso assumido pelo Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O novo modelo atmosférico também será útil para acoplar um modelo oceânico, com o qual serão produzidas previsões estendidas de tempo por conjunto (Ensemble) com até com 4 semanas de antecedência, bem como previsões de clima sazonal para até 3 meses. Finalmente, este modelo também será utilizado como componente atmosférica da nova versão do Modelo Brasileiro de Sistema Terrestre (BESM) para projeções de mudanças climáticas. Estes desenvolvimentos, incluindo um sistema de assimilação de dados próprio, deverão ser implementados no próximo ano.

Necessidade de Um Novo Supercomputador

Segundo Silvio Nilo, com a entrada em operação do BAM, se impõe a necessidade de melhoria da estrutura computacional do CPTEC. Um experimento realizado recentemente para avaliar o desempenho do atual supercomputador para processar o modelo BAM adaptado a uma melhor resolução espacial, de 10 quilômetros, demonstrou que mesmo utilizando toda a capacidade de processamento do supercomputador Tupã, fazendo uso de seus 30 mil processadores ao longo de 2 horas, foi possível gerar previsões para apenas 24 horas. Ou seja, para as próximas demandas de modelagem do CPTEC, que exigirão previsões de alta resolução, o atual supercomputador é incapaz de gerar previsões operacionais para até 7 dias, sendo limitado também para realizar previsões de clima sazonal (global e regional) com alta resolução espacial.

Em 2010, a capacidade computacional do CPTEC estava no mesmo nível dos grandes centros mundiais, que atualmente já contam com máquinas entre 30 e 50 vezes mais velozes (na ordem de PetaFlops ou 1015 operações de ponto flutuante por segundo). O NCEP, dos Estados Unidos, por exemplo, tem capacidade para rodar seu modelo global a uma resolução espacial de 13 quilômetros. Silvio Nilo ressalta que somente com uma nova infraestrutura computacional, mais potente, será possível dar continuidade aos avanços do BAM, implementar o seu acoplamento ao modelo oceânico e aos modelos regionais e, consequentemente, produzir melhorias em todas as previsões processadas pelo CPTEC.

O novo coordenador do CPTEC, Antonio Manzi, que assumiu o cargo recentemente, destaca que o período de vida útil do atual supercomputador do INPE, o Tupã, expira em 2017, e como os processos de compra de um novo supercomputador levam ao menos um ano e meio, a compra de uma nova máquina deve ser iniciada no próximo ano, caso contrário haverá queda na qualidade das previsões geradas pelo CPTEC, acarretando potenciais prejuízos ao país. Diversas atividades econômicas dependem da boa qualidade das previsões, como os setores agrícola, de energia, meio ambiente, transporte, e mesmo o sistema de alertas emitidos pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais - CEMADEN.

Figura 1
Figura 2


Fonte: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Esforços Para Colocar Satélite Brasileiro em Órbita Marcaram o Ano

Olá leitor!

Segue abaixo uma retrospectiva de 2015 publicada ontem (30/12) no site da “Força Aérea Brasileira (FAB)” tendo como destaque o Setor Aeroespacial.

Duda Falcão

RETROSPECTIVA 2015

Esforços Para Colocar Satélite Brasileiro
em Órbita Marcaram o Ano

Ao longo de 2015, comunidade acadêmica e indústria também
debateu soluções para desenvolver tecnologia nacional 

Agência Força Aérea 
Publicado: 30/12/2015 - 08:00h


O ano de 2015 foi marcado por esforços de vários setores e instituições para os preparativos do lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), previsto para o segundo semestre de 2016. Este é o principal projeto da área espacial em andamento. O equipamento vai atender as demandas de comunicações no âmbito do Ministério da Defesa (MD) e ao Plano Nacional de Banda Larga do Ministério das Comunicações.

Além desse projeto, São José dos Campos (SP), principal pólo de tecnologia aeroespacial brasileiro, produziu inúmeros fatos ligados à área aeroespacial. Bem como os centros de lançamento localizados em Alcântara (MA) e Natal (RN). Relembre os fatos que marcaram 2015.
 
Satélite Brasileiro – A partir de março inicia no Brasil a capacitação dos profissionais que vão operar o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC). Nos últimos três anos, a preparação dos operadores ocorreu em centros europeus, canadense e chileno. Intercâmbios de informações técnicas também foram efetuados com França e Itália na busca referências para estabelecer o modelo brasileiro de operação. O satélite brasileiro, que vai atender a comunicações de defesa e ao plano nacional de banda larga, tem previsão de ser lançado ao espaço no segundo semestre de 2016. As antenas de envio e recebimento de dados e os centros de operação primário e secundário serão construídos pela Telebras dentro de áreas militares.

Em 2016, o Núcleo do Centro de Operações Espaciais Principal (NuCOPE-P) também deve desenvolver, junto a Telebras, acordo específico para a operação do SGDC.“Deveremos definir o que será responsabilidade de quem, como se dará a tomada de decisão em situações críticas, como será a divisão de tarefas no controle do SGDC, como se dará a divisão dos gastos do COPE entre os partícipes, dentre outras coisas”, afirmou o Coronel Hélcio Vieira Júnior, comandante do NuCOPE-P.

O Núcleo também terá a atribuição de estudar e propor a ativação do Comando de Sistemas Espaciais. A nova unidade da Aeronáutica terá como subordinados os centros de operação principal, em Brasília (DF), e secundário, no Rio de Janeiro (RJ). 

Jornada Espacial e Um Futuro Astronauta – A formação das futuras gerações de pesquisadores e profissionais do setor aeroespacial foi foco da Jornada Espacial realizada em novembro. Promovida pela Agência Espacial Brasileira (AEB), a 13ª edição do evento reuniu 45 alunos e 33 professores de ensino médio de todo o Brasil ao longo de uma semana em São José dos Campos. “O trabalho na área espacial é muito pouco divulgado no Brasil. Queremos demonstrar a importância do que vem sendo feito e tentar sensibilizar os jovens para que trilhem caminhos profissionais e desenvolvam conhecimento”, afirma um dos organizadores, José Bezerra Pessoa Filho, engenheiro do Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE).

Os participantes foram selecionados a partir do seu desempenho na Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), que envolveu mais de 800 mil alunos e 60 mil professores de todo o País.

Em junho, o futuro astronauta brasileiro, Pedro Henrique Dória Nehme, de 23 anos, fez um voo de 50 minutos na aeronave de caça supersônica F-5. O voo faz parte da preparação do jovem para a viagem que fará ao espaço. A viagem ainda não está agendada. Ele venceu o concurso da empresa aérea holandesa KLM quando concorreu com 129 mil candidatos de todo o mundo. O estudante de engenharia elétrida da Universidade de Brasília também passou por treinamento no Instituto de Medicina Aeroespacial (IMAE).


CLBI 50 anos - Em outubro, o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI), localizada no Rio Grande do Norte, completou 50 anos com a marca de aproximadamente 3 mil foguetes e rastreados mais de duzentos veículos espaciais lançados a partir da Guiana Francesa, entre eles os foguetes Ariane, Soyuz e Vega. “O CLBI tem direcionado seus esforços e projetos não somente aos lançamentos, mas a ações de comprometimento social e educacional”, afirma Diretor do Centro, Coronel Maurício Lima de Alcântara. Em novembro, a unidade conquistou o ISO 14.001, norma para sistema de gestão ambiental, registrando o comprometimento e a excelência nas ações de gestão ambiental.


Ano da Luz – Para celebrar o Ano da Luz, data celebrada pela Unesco, o grupo de pesquisa em óptica e fotônica do Instituto de Estudos Avançados (IEAV) desenvolveu o projeto “Feira Itinerante: Luzes para a Educação”. A demonstração composta por dez experimentos lúdicos percorreu escolas de São José dos Campos. A ideia promoveu os conceitos de óptica e incentivar as crianças a entender como funciona esse fenômeno. “Com isso esperamos despertar a visão de que as ciências exatas também são interessantes”, explica o coordenador do projeto, o Professor Doutor Jonas Jakutis Neto.

A área de óptica e fotônica do IEAV tem mais de 30 anos. Foi responsável, por exemplo, pelo desenvolvimento de alguns dos primeiros lasers do Brasil, como o que utiliza vapor de cobre e CO2 (Gás Carbônico), com várias aplicações na área industrial. 

Pesquisadores e Indústria - A comunidade aeronáutica pensou em como transferir tecnologia para fabricação nacional de componentes. Por isso, empresas, instituições de pesquisa e universidades com competências estiveram reunidos por diversas vezes ao longo do ano para encontrar soluções para desenvolver tecnologia nacional.

Grupos também discutiram efeitos da radiação sobre componentes de uso aeroespacial. No Laboratório Nacional de Astrofísica, em Itajubá (MG), iniciaram em fevereiro os estudos para monitoramento de radiação cósmica.

Da mesma forma, um workshop procurou aproximar os ambientes operacional e técnico-científico com a troca de experiências entre os centros de pesquisa e desenvolvimento da Marinha, Exército e da Aeronáutica. 

Livro - O sensoreamento remoto foi tema de livro. O guia “Calibração de sensores orbitais” aborda os procedimentos necessários para garantir a qualidade e a acurácia das informações fornecidas por satélites. O livro foi produzido por Flávio Jorge Ponzoni (do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais – INPE), e a pesquisadora Cibele Teixeira Pinto (Inpe e Instituto de Estudos Avançados – IEAV).

De acordo com a pesquisadora, a carreira acadêmica desenvolvida dentro do Instituto de Estudos Avançados (IEAV) foi fundamental. Depois de nove anos de estudos e qualificação, Cibele tornou-se responsável pela caracterização da câmera Mux do CBERS-4, satélite sino-brasileiro de observação da terra lançado em dezembro de 2014. Caracterizar significa verificar o funcionamento e estabelecer os parâmetros de calibração da imagem.


Planejamento de Operações Aéreas – Neste ano, o Instituto de Estudos Avançados (IEAV, um dos institutos do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), atualizou e incrementou com novos recursos o Sistema de Planejamento de Missões Aéreas (PMA II). O sistema é empregado pelo Comando-Geral de Operações Aéreas (COMGAR) para planejar atividades de voo, em missões conjuntas, manobras ou ações rotineiras. O software também serve para realizar debriefings após o voo, como, por exemplo, validar o resultado de um combate.

Com os recursos tecnológicos da aeronave A-29 Super Tucano, a Esquadrilha da Fumaça também passa a usar o programa que permite visualizar os dados em 2D, em que é possível ver o voo com as referências no solo, e em 3D. A nova aeronave da Fumaça possui computador de bordo, cujos arquivos podem ser interpretados pelo PMA. 

Projetos Sara e VLS – Em novembro, uma explosão no motor, ocorrida no momento da ignição, destruiu o foguete VS-40M, durante a Operação São Lourenço, no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão. Ninguém se feriu. A operação envolveu 300 profissionais e tinha por objetivo testar o Satélite de Reentrada Atmosférica (SARA), que tem potencial de viabilizar experimentos em ambiente de microgravidade, contribuindo para ganhos de qualidade da indústria nacional e para o desenvolvimento do País em importantes áreas do conhecimento, tais como processos biológicos, produção de fármacos e materiais especiais, e “deverá ser retomado o mais rapidamente possível” de acordo com o Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial, Tenente-Brigadeiro do Ar Alvani Adão da Silva.

Em relação ao Programa Espacial Brasileiro, vimos como as tecnologias desenvolvidas em 25 anos para o Veículo Lançador de Satélites (VLS) estão sendo aplicadas em outros setores da economia, como o petrolífero e a geração de energia eólica.


Fonte: Jornal Valor Econômico via NOTIMP da FAB - http://www.fab.mil.br/ 

Comentário: Bom leitor apesar desta retrospectiva da FAB relatar o que de relevante aconteceu no Setor Aeroespacial Brasileiro no ano de 2015, ela não descreve com sinceridade tudo que aconteceu em mais um ano difícil deste setor, já que tentar passar para a Sociedade a imagem de que foi tudo azul no Quartel de Abrantes, quando na realidade não foi. Até mesmo as áreas de Defesa e Aeronáutica andaram sofrendo com o descaso governamental, e a área espacial, hummm, esta não existe para o atual desgoverno brasileiro, além de está sendo nas últimas décadas pautada por erros graves e desastrosos como este projeto do Satélite SGDC e o desatino da ACS. Hoje está claro para mim que, para os anteriores e o atual Comandante do COMAER, as atividades espaciais não tem o mesmo peso que as atividades aeronáuticas do país, o que em longo prazo é um tremendo erro estratégico. Para esses militares hoje, sejam da Aeronáutica, do Exercito ou da Marinha, mais vale o acesso a tecnologias de aviões, de artilharia antiaérea ou de navios, do que obter a tecnologia de acesso ao espaço, e por conta disto, todos os esforços políticos são em torno desses projetos de Defesa, sendo as atividades espaciais relegadas a um segundo plano ou usadas como modelo de troca junto ao desgoverno desta Debiloide para fazer valer estes projetos de Defesa. Não vou citar aqui o porquê considero esta postura do COMAER mais um tremendo erro histórico e estratégico, pois os leitores mais observadores e entendidos do assunto, já entenderam o que quero dizer, e aqueles que ainda não, precisam colocar suas cabeças para funcionar e assim entender melhor sobre o que está acontecendo. Só assim poderemos ajudar a mudar esta situação, ou seja, quando a Sociedade começar entender a crucial importância das atividades espaciais para um país das dimensões territoriais do Brasil. Utopia? Bom, no momento não há como negar isto, mas temos de continuar acreditando nesta mudança de mentalidade da Sociedade Brasileira, e para tanto tem de existir um começo.

Brasil e China Retomam Projeto de Satélite a Ser Lançado em 2018

Olá leitor!

Segue abaixo uma entrevista com engenheiro e jornalista Nélson Francisco Düring, editor do site Defesanet, analisando o novo Projeto do Satélite CBERS-4A, publicada que foi dia (30/12) no site “Sputnik Brasil”.

Duda Falcão

NOTÍCIAS - BRASIL

Brasil e China Retomam Projeto de
Satélite a Ser Lançado em 2018

30.12.2015 
Atualizado 31.12.2015 - 08:28

© Foto: Twitter/XHNews 

Especialistas do Brasil e da China aprovaram o projeto do satélite de observações CBERS-4A, que deverá avançar para a fase de fabricação dos modelos de voo de seus subsistemas e equipamentos. O CBERS-4A será lançado em 2018.


Em entrevista à Sputnik Brasil, o engenheiro e jornalista Nélson Francisco Düring, editor do site Defesanet, analisou o CBERS-4A:

“Este é um projeto antigo destinado ao estudo dos recursos naturais, dos recursos disponíveis na superfície da Terra. Trata-se de um projeto que, quando começou, coincidiu com um período de fortes restrições que a China enfrentava. Com o CBERS, o Brasil permitiu à China envolver-se neste trabalho e desenvolver operações conjuntas para observação da superfície da Terra, especialmente das áreas de devastação. O Brasil acabou aproveitando os lançadores da China, e o projeto se mostrou muito benéfico para as duas partes.”

A previsão de lançamento do satélite, o sexto da série CBERS, é dezembro de 2018, e, segundo Düring, o engenho será lançado de uma base da China:

“O lançamento vai ocorrer de uma base chinesa porque o satélite CBERS-4A utiliza os foguetes Longa Marcha, da China. O penúltimo lançamento teve um problema: o foguete não conseguiu atingir a órbita e o satélite se perdeu. Mas esta questão das perdas materiais foi acertada entre os dois países, e a China concordou em fazer os próximos lançamentos, utilizando as peças excedentes dos projetos 3 e 4.”

Por parte do Brasil, esta avaliação foi feita por uma banca formada por especialistas do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) e da AEB (Agência Espacial Brasileira), duas entidades ligadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Com esta aprovação, o projeto passa para a fase seguinte de construção do engenho, que, então, estará apto para cumprir as suas finalidades, segundo Nélson Francisco Düring:

“O CBERS-4A é um satélite de observação terrestre. Esta versão 4 está sendo classificada pelo Governo brasileiro como um satélite de acompanhamento de regiões de devastação e, também, de observações meteorológicas.”

De acordo com informações do INPE e da AEB, “o CBERS-4A levará a bordo três câmeras, sendo uma chinesa e duas brasileiras. A câmera Multiespectral e Pancromática de Ampla Varredura (WPM) está sendo desenvolvida pela China. As brasileiras serão réplicas da WFI e da MUX, que estão integradas ao CBERS-4”. 



Fonte: Site Spútnik Brasil - http://br.sputniknews.com/ 

Comentário: Entrevista que na realidade não trouxe nada de novo, mas... Aproveitamos para agradecer ao leitor Jahyr Jesus Brito pelo envio desta entrevista e também desejar-lhe um Feliz ano de 2016.

Artista Dinamarquês Cria Modelos de Papel do Foguete VSB-30

Olá leitor!

Dias atrás eu recebi um curioso e-mail em inglês de um senhor dinamarquês chamado Niels Jahn Knudsen nos informando que ele foi procurado por uma escola de curso médio da Bélgica (High School) para criar em papel dois modelos em escalas diferentes do foguete VSB-30 V05 da "Missão TEXUS 44".


Ora leitor, como eu achei o interesse pelo nosso foguete desta escola belga muito curioso e também em reconhecimento ao belo trabalho realizado pelo Sr. Knudsen, resolvi fazer este registro mostrando as fotos que me foi enviada e divulgando o talento deste artista, como o leitor mesmo poderá notar visitando o seu site pessoal pelo link: http://www.nielspapermodels.com/VSB30.htm.

Seria muito bom se aqui no Brasil tivéssemos um artista capaz de criar modelos de nossos foguetes e satélites para serem comercializados, pois assim ajudaria muito em desenvolver a cultura espacial entre nossos jovens e amantes do tema. O único que conheço é realmente um artista muito bom, mas não demonstrou ser uma pessoa responsável e confiável, não merecendo assim que seu nome seja novamente mencionado no Blog BRAZILIAN SPACE.

Duda Falcão

Atualizando Nossas Campanhas

Olá leitor!

Hoje é a última quinta-feira do ano de 2015 e assim trago agora para você a atualização da semana de nossas campanhas em curso.

Bom leitor quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, até esta semana 11 grupos já se inscreveram. São eles Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCarl SaganCEFABCEFECInfinitude FoguetismoITA Rocket Design, NTAProjeto JupiterUFABC Rocket Design e PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo). Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS: Continuo esperando que os 11 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Agora leitor, em relação á “Campanha de Manutenção do Blog”, até o momento apenas três colaboradores realizaram as suas contribuições no mês de dezembro no vakinha.com.br. Eles foram:

1 - Carlos Cássio Oliveira (presidente do CEFAB)
2 - Diego Fernando Moro 
3 - José Félix Santana, Prof. (presidente do CEFEC)

E apenas um colaborador ainda está no processo de confirmar a sua colaboração do mês de dezembro. Ele é: 

1 - Léo Nivaldo Sandoli 

OBS: informo aos leitores que ainda não sabem que  a campanha já esta disponível na nova plataforma do vaquinha.com.br e pode ser acessada pelo link: http://www.vakinha.com.br/vaquinha/manutencao-do-blog-brazilian-space.

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir dessa semana e do ano que vem haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

Duda Falcão

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Astrônomos Descobrem Galáxia Que Não Deveria Existir

Olá leitor!

Segue abaixo um artigo postado dia (21/12) no site da “Agência FAPESP” destacando que Astrônomos descobrem galáxia que não deveria existir.

Duda Falcão

Notícias

Astrônomos Descobrem Galáxia
Que Não Deveria Existir

Por Peter Moon
Agência FAPESP
21 de dezembro de 2015

Galáxia ultra-distante, que existia 400 milhões de anos após o Big Bang,
aponta para a fartura de matéria escura no Universo recém-nascido.

Era uma vez uma galáxia muito, muito distante, que existia quando o Universo era muito, muito jovem, apenas 400 milhões de anos após o Big Bang.

Era uma galáxia muito antiga, a mais distante jamais observada. Seus raios de luz viajaram pelo espaço por mais de 13 bilhões de anos – 96% da idade do Universo ou três vezes a idade do Sistema Solar - até serem coletados pelos observatórios espaciais Hubble e Spitzer.

Aquela galáxia tão distante foi apelidada de Tainá, "recém-nascida", no idioma aimará, falado por povos andinos. A análise de sua luz revelou uma galáxia muito jovem e maciça, compacta e repleta de estrelas gigantes azuladas, uma galáxia que não deveria existir… pelo menos de acordo com o modelo atual da evolução do Universo.

Contra fatos e imagens não há argumentos. Sendo assim, muito embora Tainá não devesse existir, ela existe. Logo, quem está incorreta é a teoria, que parece precisar de ajustes, de acordo com o cosmologista madrilenho Alberto Molino Benito, pós-doutorando no Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG/USP).

Molino colaborou com o trabalho publicado no periódico The Astrophysical Journal. Seu pós-doutorado é apoiado pela FAPESP e supervisionado pela cosmóloga Claudia Mendes de Oliveira, que estuda a formação e a evolução das galáxias.

Apesar do poder tecnológico combinado do Hubble e do Spitzer, Tainá é tão distante e tão tênue que se torna invisível mesmo para aqueles poderosos observatórios. “Para detectar Tainá, nosso grupo teve que recorrer a técnicas sofisticadas, como a lente gravitacional”, um fenômeno previsto por Albert Einstein na sua Teoria Geral da Relatividade.

Segundo Einstein, a força gravitacional exercida por um corpo de grande massa, como um aglomerado de galáxias, distorce o espaço ao seu redor. Essa distorção acaba funcionando como uma monstruosa lente virtual (ou gravitacional), que deflete e amplifica a luz de objetos muito mais distantes posicionados atrás do aglomerado que se observa.

“Nós vasculhamos o espaço à procura de aglomerados de galáxias maciços que possam agir como lentes gravitacionais para conseguir observar objetos que não deveríamos enxergar de tão tênues”, explica Molino. No caso, os astrônomos usaram o aglomerado gigante de galáxias MACS J0416.1-2403, que fica a 4 bilhões de anos-luz da Terra. O aglomerado tem a massa de um milhão de bilhão de sóis. Essa massa descomunal funcionou como o zoom de uma câmera, tornando 20 vezes mais brilhante a luz de Tainá, posicionada exatamente atrás do aglomerado.

Uma vez que Tainá foi detectada, era preciso determinar sua distância. Para calculá-la, os astrônomos estudaram sua luz por meio de um recurso chamado “desvio para o vermelho fotométrico”.

Funciona deste jeito: quanto mais distante se localiza um objeto astronômico, menor é a frequência de sua luz que chega até nós. Em outras palavras, mais avermelhada a luz fica. Assim, calculou-se que Tainá ficava a 13,3 bilhões de anos-luz de distância da Terra. Sua luz viajou durante este tempo todo para chegar até nós. Vale dizer que observamos Tainá como ela era há 13,3 bilhões de anos, quando o Universo contava apenas 400 milhões de anos.

Estrelas Gigantes Azuis

A luz de um objeto distante não conta apenas sua localização, idade e distância. “Seu estudo pode revelar o tamanho da galáxia, sua massa, quantas estrelas ela possui e qual a proporção de estrelas jovens e velhas nesta população estelar. Quanto mais estrelas jovens, azuis e brilhantes a galáxia possui, mais jovem ela é”, explica Molino.

No caso de Tainá, trata-se de uma galáxia repleta de estrelas gigantes azuis muito jovens e brilhantes, prontas para explodir em formidáveis supernovas para virar buracos negros. Quanto ao seu tamanho, Tainá era similar à Grande Nuvem de Magalhães, uma pequena galáxia disforme que é um satélite da nossa Via-Láctea.

“400 milhões de anos é muito pouco tempo para a existência de uma galáxia tão bem formada”, diz Molino. “Os modelos mais recentes da evolução do Universo apontam para o surgimento das primeiras galáxias quando ele era bem mais velho.” Por mais velho, Molino entende um Universo adolescente de 1 bilhão de anos – não um recém-nascido de 400 milhões.

Só existe uma explicação para a existência de Tainá – a mais antiga das outras 22 galáxias muito tênues detectadas pelo estudo. “Elas só poderiam se formar tão rapidamente após o Big Bang se a quantidade de matéria escura no Universo fosse maior do que acreditamos”, pondera o cosmólogo.

Matéria escura é um tipo de matéria que compõe 80% da massa do Universo. Vale dizer, há cinco vezes mais matéria escura do que a massa de todos os 100 bilhões de galáxias do Universo observável. O problema é que esta matéria, como o nome indica, é escura, ou seja, invisível, ou melhor, desconhecida. Não sabemos do que é feita. Trata-se de uma das questões mais cruciais da cosmologia atual.

Há várias teorias para explicar o que seria matéria escura. Porém, como ela não interage com a luz, não conseguimos enxergá-la nem conhecer sua substância. Sabe-se apenas que a matéria escura existe devido à sua ação gravitacional sobre as galáxias. Não fosse a matéria escura, as galáxias já teriam há muito se estilhaçado. Sem matéria escura, o Universo não seria como o conhecemos. Talvez não existíssemos.

“A única explicação para Tainá existir e ser como era quando o Universo tinha 400 milhões de anos é graças à matéria escura, que deve ter acelerado o movimento de aglomeração de estrelas para a formação das primeiras galáxias”, explica Molino. “Se existe mais matéria escura, as galáxias podem se formar mais rápido.”

Não é possível pesquisar mais a fundo sobre Tainá e suas irmãs proto-galáxias no Universo recém-nascido, pois a tecnologia à disposição foi empregada até o seu limite. “Para saber mais, para enxergar melhor as primeiras galáxias e inferir a ação da matéria escura, temos que aguardar até 2018, quando será lançado o sucessor do Hubble, o telescópio espacial de nova geração James Webb”, diz Molino.

O James Webb terá um espelho de 6,5 metros de diâmetro, muito maior que os 2,4 metros do Hubble. Esse aumento de tamanho se traduz em aumento de acuidade. Molino e seus colegas contam com a sensibilidade do futuro telescópio espacial para continuar contando galáxias distantes e formar o maior banco de dados tridimensional do Universo. “Só assim poderemos confirmar como se processou a formação e evolução do Universo.”

O artigo Young Galaxy Candidates in the Hubble Frontier Fields, de Leopoldo Infante e outros, publicado em The Astrophysical Journal (DOI: 10.1088/0004-637X/815/1/18), pode ser lido em arxiv.org/abs/1510.07084.


Fonte: Site da Agência FAPESP

domingo, 27 de dezembro de 2015

UFPR Divulga a 4ª Edição da Lista Com os “Recordes Brasileiros de Minifoguetes”

Olá leitor!

Veja abaixo a 4ª Edição da lista com os “Recordes Brasileiros de Minifoguetes” enviada ao Blog para divulgação pelo Prof. Carlos Henrique Marchi do Grupo Carl Sagan da Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Duda Falcão

RECORDES BRASILEIROS DE MINIFOGUETES

comprovados com altímetro de bordo

4ª edição: 26 de dezembro de 2015 (resumo)

Este documento apresenta os recordes brasileiros relacionados a minifoguetes, registrados pelo Grupo de Foguetes Carl Sagan (GFCS), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com sede em Curitiba (PR, Brasil).

Apogeu máximo para minifoguete com um único motor em cada classe/categoria

Categoria
Recorde (m)
Data
Minifoguete
Nome/Equipe
NAR (m)
Classe 1¤8A





Classe 1¤4A
    35
30 Ago 2015
LAE-51
LAE/UFPR
   62
Classe 1¤2A
   121
08 Fev 2015
Alfa-6
UFPR-Alfa
  151
Classe A
   169
20 Abr 2015
Alfa-19
UFPR-Alfa
  313
Classe B
   336
12 Dez 2015
Gama-13
Gama-LAE/UFPR
  366
Classe C
   423
19 Abr 2015
Gama-10
UFPR-Gama
  508
Classe D
    85
19 Abr 2015
R4-D
Unicamp-FnaF
  856
Classe E
   723
08 Ago 2015
Epsilon-8
UFPR-Epsilon
 1359
Classe F
   370
19 Dez 2015
Netuno-R/Paraná-I
LAE/UFPR
 1701
Classe G




 2071
NAR: National Association of Rocketry (Estados Unidos) [recordes acessados em 23 Dez 2015]

Apogeu exato para minifoguete com um único motor de qualquer classe

Categoria
Recorde (m)
Data
Minifoguete
Nome/Equipe
  50 m
    54
18 Abr 2015
Alfa-14
UFPR-Alfa
 100 m
    94
18 Abr 2015
Pluto-3
UFPR-Alfa
 150 m
   159
12 Abr 2014
LAE-22
UFPR-Fixo
 200 m
   199
20 Jun 2015
Beta-10
UFPR-Beta
 400 m
   406
14 Dez 2014
Epsilon-1
UFPR-Epsilon
 800 m
   626
19 Abr 2015
Epsilon-9
UFPR-Epsilon
1000 m
   668
13 Abr 2014
LAE-36
UFPR-Livre

Outros tipos de recordes

Categoria
Recorde
Data
Minifoguete
Nome/Equipe
 Velocidade máxima (km/h)
 539
01 Fev 2015
Gama-5
UFPR-Gama
 Aceleração máxima (g)
  24,9
13 Abr 2014
LAE-36
UFPR-Livre
 Maior tempo de voo até o apogeu (s)
  11,7
08 Ago 2015
Epsilon-8
UFPR-Epsilon
 Maior tempo total de voo (s)
 183,1*
08 Ago 2015
Epsilon-13
Epsilon-LAE/UFPR
g = 9,80665 m/s2; * baseado em um cronômetro e um vídeo em solo

Observações:

* Os recordes da NAR são para servir de referência aos brasileiros.

* Os pedidos de registro de novos recordes podem ser feitos por qualquer pessoa ou equipe do Brasil, de estudantes de qualquer nível ou não estudantes, equipes mistas, não havendo nenhum tipo de restrição.

* Só serão aceitos recordes estabelecidos por brasileiros.

* Pedidos de registro de novos recordes devem ser enviados para chmcfd@gmail.com, junto com os dados do novo recorde. Para ser reconhecido um recorde, talvez sejam solicitadas informações adicionais.

* A cada novo recorde estabelecido, o Grupo de Foguetes Carl Sagan emitirá um certificado a ser entregue aos recordistas.

* Só serão reconhecidos recordes obtidos com altímetro de bordo que registrem a trajetória, pelo menos até o apogeu. Todos os dados obtidos pelo altímetro durante o voo deverão ser enviados para o registro.

* Qualquer dúvida e proposta de novas categorias poderão ser enviadas para chmcfd@gmail.com.

Prof. Carlos Henrique Marchi
Líder do Grupo de Foguetes Carl Sagan
Universidade Federal do Paraná (UFPR)