quinta-feira, 25 de abril de 2013

Garvey Spaceflight Aims High With Nano-Sat Launch Vehicle

Hello reader!

It follows one communicates published on the day (04/24) in the website of “Parabolic Arc” highlighting that "Garvey Spaceflight Company" aims high with Nanosat Launch Vehicle.

Duda Falcão

News

Garvey Spaceflight Aims High
With Nano-Sat Launch Vehicle

Doug Messier
April 24, 2013, at 11:21 am

(Credit: Garvey Spacecraft Corporation)
Garvey P-18D rocket launch in the Mojave.

Garvey Spacecraft Company is continuing its quest to develop a nano-sat launch vehicle through an incremental series of suborbital rocket tests as well as a small business grant from NASA, according to founder John Garvey.

The small Southern California-based company has conducted 32 suborbital flight tests since 1998, including three during the past year, Garvey said during the recent Space Access Conference in Phoenix. The company’s rockets have provided suborbital flight opportunities for cubesats and the testing of new rocket engines.

(Credit: Garvey Spacecraft Corporation)
Students with Garvey Spacecraft’s P-18D rocket in the Mojave.

Customers have include NASA, Air Force Research Laboratory, Missile Defense Agency, the Aerospace Corporation, and other private companies and government agencies. Garvey Spacecraft is continuing to provide test support for HyperTherm’s LOX-methane engine, which features an advanced CMC-lined ablative chamber.  ORBITEC also has tested its Vortex engine aboard a Garvey rocket.

Garvey said his company has focused on low-altitude suborbital launch vehicles for cost reasons. His next goals include implementing thrust vector control and conducting high-altitude flights above 100 km.

The ultimate goal is the development of a dedicated nano-sat launch vehicle, known as the P-19, that would be capable of putting payloads into space rapidly and inexpensively. NASA recently selected Garvey Spacecraft for a Small Business Innovation Research (SBIR) award for work on the new launch vehicle. The maximum amount available under the space agency’s six-month SBIR Select Phase I award program is $200,000.

(Credit: Garvey Spacecraft Corporation)

According to the project summary, Garvey plans to use the award for “the continued functional evolution and concept refinement of an incremental series of test vehicles” to serve the nano- and micro-sat launch markets. Initial versions of the launch vehicle will be capable of delivering 10 kg payloads into a 250 km orbit. The ultimate goal is to place satellites weighing up to 20 kg into a 450 km orbit.

Garvey told Space Access Conference attendees that an orbital launch attempt could be made within two to four years if the company obtained full funding.

The company has ended a collaborative arrangement with California State University, Long Beach due to disagreement over payments. It has now teamed with Long Beach Unified School District (LBUSD), California Academy of Math and Sciences, and Cabrillo High School to give students hands-on experience building rockets and experiments.


Source: Website of Parabolic Arc - http://www.parabolicarc.com

Comentário: Pois é leitor, poderia agora com esse exemplo voltar a dizer que sem visão, compromisso com o futuro e seriedade, jamais construiremos uma nação de verdade, e até me aprofundar nesse tema, porém estaria novamente sendo repetitivo. Entretanto não há como negar que o Brasil estar selando seu destino quando nem o governo nem a sociedade brasileira entendem a extrema necessidade de se investir em tecnologia espacial no atual momento vivido pela espécie humana., mas enfim... No Brasil até onde eu sei três empresas tem entre suas aspirações espaciais projetos sérios de lançadores de Pico, Nano e Microssatélites que estão em stand by aguardando recursos para serem desenvolvidos. São elas: a Edge Of Space (Lançador de Picossatélites “PI” e um Lançador de Nanosatélites), a Acrux Aeroespace Technologies (Lançador de Nanosatélites Montenegro) e a AIRVANTIS (Lançador de Microsatélites Apus x*). Fico a me perguntar se empresas como a Petrobrás, a Vale do Rio Doce ou mesmo o coaglomerado do Eilke Batista não teriam interesse em começar a investir no espaço, já que tanto essas empresas como o coaglomerado do Eike podem colher a médio e longo prazo grandes benefícios com o investimento em tecnologia espacial, afinal o mundo caminha para o espaço a passos largos. Vale dizer que vários empresários americanos e europeus já adotaram esse caminho, e no caso brasileiro o investimento seria pequeno em relação aos benefícios que poderiam ser gerados. Lembre-se leitor, a América Latina é um grande mercado ainda a ser explorado, mas que começa a ser invadido pelos chineses e russos que já visualizaram esse potencial.

3 comentários:

  1. A Edge of Space está no momento com recursos de outros projetos comerciais, parte destes recursos é investido no desenvolvimento de um nano lançador. Se tivéssemos um patrocínio ou um investimento, uma grande empresa, num prazo muito curto colocaríamos um pequeno satélite em órbita, aguardamos interessados em investir nesta tecnologia e em nossos projetos.

    Miraglia
    www.edgeofspace.com.br

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  2. Olá Eng Miraglia!

    Obrigado uma vez mais pela sua colaboração. Veja ai leitor que saídas existem, basta iniciativa e visão de quem tem o poder ou o dinheiro para que possamos mudar todo esse quadro.

    Abs

    Duda Falcão
    (Blog Brazilian Space)

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  3. Qualquer projeto privado, precisa ser "vendido" como tal.

    Tem que montar uma bela apresentação e bater de porta em porta, não tem outro jeito.

    Essa de tentar com o "Sr. X", pode ser uma boa. Pena que o carinha lá doas States já pegou o nome SpaceX, senão ia ser uma beleza...

    Mas vale a penas tentar afinal arranjar outro nome com "X" é fácil.

    Abs.

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