quinta-feira, 30 de março de 2017

No Brasil, Telescópio Russo Vai Monitorar Lixo Espacial e Proteger Satélites de Colisão

Olá leitor!

Segue abaixo nota postada hoje (30/03) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), destacando que no Brasil, Telescópio Russo vai monitorar Lixo Espacial e Proteger Satélites de Colisão.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

No Brasil, Telescópio Russo Vai Monitorar
Lixo Espacial e Proteger Satélites de Colisão

Fruto de uma parceria entre o Laboratório Nacional de Astrofísica e a ROSCOSMOS,
telescópio será inaugurado nesta quarta-feira (5). Iniciativa favorece a cooperação
científica com a Rússia, que tem grande tradição em astronomia.

Por Ascom do MCTIC
Publicação: 30/03/2017 | 08:00
Última modificação: 29/03/2017 | 18:40

Crédito: LNA
Numa parceria com o LNA, telescópio russo foi instalado
no Observatório do Pico dos Dias, em Minas Gerais.

A partir da próxima semana, os satélites de comunicação que circulam na órbita da Terra terão menos risco de colisão com detritos espaciais. Com isso, as redes de telecomunicação do Brasil e do mundo ficam mais protegidas, diminuindo as chances de terem os serviços temporariamente inoperantes. Tudo isso graças ao telescópio russo instalado no Observatório do Pico dos Dias, em Brazópolis (MG), para monitorar o lixo espacial. O equipamento é fruto de uma parceria entre a ROSCOSMOS, a agência espacial da Rússia, e o Laboratório Nacional de Astrofísica, unidade de pesquisa do Ministério da Ciência, Tecnologia Inovações e Comunicações (MCTIC).

Primeiro telescópio da ROSCOSMOS no hemisfério sul, o equipamento será inaugurado na próxima quarta-feira (5), mas, ainda na fase de testes, foi capaz de detectar cerca de 200 detritos espaciais numa única imagem. "Existe uma preocupação em proteger os satélites da Rússia e do mundo inteiro dos detritos espaciais e, com isso, garantir que os serviços dos satélites não sejam comprometidos. Tudo que utilizamos no dia a dia corre risco de interrupção caso um satélite em órbita seja danificado", explica o diretor do LNA, Bruno Castilho.

Segundo ele, o telescópio é importante para o cidadão e também para as pesquisas astronômicas desenvolvidas no Brasil. "Vamos ter acesso a uma grande quantidade de dados sem custos para o país, com acesso para todos os pesquisadores interessados", acrescenta.

Base de Dados

Com o novo equipamento, um investimento de R$ 10 milhões feito pela ROSCOSMOS, o LNA poderá detectar e mapear detritos na órbita do planeta, fragmentos de foguetes e pedaços de satélites que vagam pelo espaço, para criar uma base de dados com a localização e a trajetória dos objetos que apresentam risco de colisão com satélites artificiais ativos ou, no caso de objetos maiores, com o planeta Terra depois de entrar na atmosfera. A base de dados, que ficará sob responsabilidade da agência russa, vai orientar a adoção de medidas para evitar eventuais colisões.

"O LNA vai ter cópia de todas as imagens, que poderão ser usadas para pesquisas em astronomia, supernovas, estrelas variáveis e asteroides. Todos os astrônomos brasileiros poderão utilizar os dados, desde que apresente um projeto de pesquisa solicitando as imagens para determinado fim", afirma Castilho.

Por Que o Brasil?

Em novembro de 2016, uma equipe russa desembarcou no Brasil e se juntou a pesquisadores brasileiros para dar início à instalação do telescópio na cúpula de seis metros de diâmetro no Observatório do Pico dos Dias. O que a ROSCOSMOS quer é fotografar "essa parte do céu" para ampliar o mapeamento da órbita terrestre e o monitoramento do lixo espacial. A agência possui um telescópio semelhante na Rússia que acompanha a movimentação dos objetos "na parte norte" da órbita terrestre.

"A Rússia queria um instrumento desses no hemisfério sul. Para a escolha do Brasil e do Observatório do Pico dos Dias foram considerados vários fatores que vão desde a localização, passando pela infraestrutura do LNA e dos nossos laboratórios. A inauguração desse telescópio é fruto de um convênio de cooperação científica dentro do acordo dos BRICS, assinado em 2016", esclarece o diretor do LNA.

Desde a assinatura do acordo de cooperação científica até a inauguração do telescópio, o projeto cumpriu todas as etapas do seu cronograma dentro do prazo estipulado de um ano. "Foi tudo exatamente dentro do cronograma. Os equipamentos chegaram em outubro, os profissionais russos responsáveis pela instalação e orientação da equipe brasileira em novembro e, em fevereiro, a montagem foi concluída. Em um ano desde a assinatura do projeto, o equipamento foi consolidado e entra em operação funcionando perfeitamente."

A Fundação de Apoio à Pesquisa de Itajubá (FUPAI) vai gerenciar os recursos de operação e manutenção do equipamento e os custos da equipe. No dia 5 de abril, um engenheiro russo desembarca no Brasil para treinar os técnicos brasileiros que vão comandar o telescópio. "Estamos abrindo uma porta de colaboração com a Rússia, que tem enorme tradição na astronomia. Esse acordo é uma abertura para novos acordos futuros. O prazo inicial de operação do telescópio é de seis anos, renovável até quando o projeto de mapeamento dos detritos for importante", diz Castilho.

A instalação do telescópio faz parte do projeto da Agência Espacial Russa intitulado Panoramic Electro-Opical System for Space Debris Detection (PanEOS) que prevê a construção e operação de uma rede de instalações desse tipo de telescópio na Rússia e em vários outros pontos do planeta. A África do Sul, também dos BRICS, é um dos países do hemisfério sul onde a ROSCOSMOS pretende instalar outro exemplar desse telescópio.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC)

Seminário do CEMADEN Avaliará Alertas

Olá leitor!

Segue abaixo uma matéria publicada na edição de Fevereiro e Março do ”Jornal do SindCT“, destacando que Seminário do CEMADEN avaliará no início de abril alertas de Desastres Naturais.

Duda Falcão

CIÊNCIA E TECNOLOGIA

MONITORAMENTO DE RISCOS DE DESASTRES NATURAIS

Seminário do CEMADEN Avaliará Alertas

Nas mesas-redondas e plenárias as defesas civis apresentarão
experiências locais de monitoramento, alerta e resposta a
desastres naturais (deslizamentos,  inundações eenxurradas).
Trata-se, portanto, de aperfeiçoar o sistema operado pelo Centro.

Shirley Marciano
Jornal do SindCT
Edição nº 55
Fevereiro e Março de 2017

Giba/Ascom-MCTI
Sala de Situação do CEMADEN.

Entre os dias 4 e 6 de abril, o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (CEMADEN), sediado no Parque Tecnológico de São José dos Campos-SP, promove o I Seminário Nacional de Avaliação dos Alertas.  O evento, que contará com a presença de pesquisadores, representantes de instituições federais da área de monitoramento, e equipes que trabalham nos órgãos de Defesa Civil estaduais e municipais, tem o objetivo de avaliar o conteúdo dos processos de disseminação dos alertas de desastres naturais emitidos pelo CEMADEN e discutir as perspectivas de aprimoramento desses alertas.

O seminário do CEMADEN — órgão ligado ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) — conta com as parcerias do Centro Nacional de Gerenciamento  de Riscos  e Desastres (CENAD), do Ministério da Integração Nacional e do Conselho Nacional de Gestores Estaduais de Proteção e Defesa Civil  (CONGEPDEC).  A programação é estruturada  em palestras técnico-científicas sobre monitoramento e prevenção de riscos  de desastres  naturais e, principalmente, em mesas-redondas para a discussão sobre temas relativos aos alertas emitidos pelo Centro.

Nas mesas-redondas e plenárias as defesas civis apresentarão as experiências  locais, avaliações e discussões sobre monitoramento, alerta e resposta a desastres naturais, finalizando com propostas para o aprimoramento dos alertas de risco de deslizamentos,  inundações e enxurradas.  Trata-se, portanto, de aperfeiçoar o sistema, que já executa um importante trabalho de prevenção de desastres, tendo como meta finalística a preservação de vidas. Além disso, durante o seminário, também será tratada a questão de integração de dados observacionais, mapeamento de áreas de risco e registros de desastres naturais para a melhoria do sistema de monitoramento e alertas.

Treinamento

Nos dias 6 e 7 de abril, após o evento, o CEMADEN oferecerá um treinamento aos técnicos de defesas civis estaduais e municipais sobre uso de dados ambientais para fins de monitoramento de risco de desastres naturais.  As inscrições para o treinamento serão feitas na mesma ficha de inscrição ao evento. Quem tiver interesse em participar pode obter mais informações sobre o I Seminário Nacional de Avaliação dos Alertas em um site específico do evento, dentro do Portal do CEMADEN, no endereço  http://www.cemaden.gov.br/i-seminario-de-avaliacao-de-alertas-do-cemaden.

Ainda de acordo com a assessoria de imprensa do CEMADEN, o intercâmbio de informações técnicas e científicas possibilitará avanços e aprimoramentos no eixo “Monitoramento e Alerta” do Plano Nacional de Gestão de Riscos e Respostas a Desastres Naturais, formulado em 2012. Isso porque o encontro tem como foco uma troca de experiências entre as defesas civis locais.

“A troca e retorno das Defesas Civis ao CEMADEN — no feedback da situação e ações decorrentes dos alertas recebidos — contribuirão para o conhecimento e avaliação da consistência e qualidade dos dados monitorados e emissão eficaz dos alertas. Essa comunicação contínua e sistematizada do retorno sobre os alertas emitidos entre Defesas Civis e CEMADEN possibilitará a construção da integração necessária à atuação sinérgica dos diversos  órgãos brasileiros, que atuam no gerenciamento de risco de desastres dos níveis  federal, estadual e municipal”, afirma o CEMADEN.

Atualmente, para a emissão dos alertas, o CEMADEN adota o disposto no Protocolo de Ação Integrada entre o CEMADEN e o CENAD, em conformidade com o estabelecido nas Portarias 314, de 17/10/2012 (DOU 203, 19/10/2012, Seção 1, p. 26-27) e 149, de  18/12/2013 (DOU 249, 24/12/2013, Seção 1, p.  60), de ação integrada entre  Agência  Nacional  de Águas  (ANA), CEMADEN, CENAD  e Companhia  de Pesquisa de Recursos Minerais (CPRM) -Serviço  Geológico do Brasil.

Criação

O CEMADEN foi criado em julho de 2011, pelo  Decreto  Presidencial  7.513, meses após uma nova tragédia na região serrana do Rio de Janeiro, quando  cerca de mil pessoas morreram em decorrência de deslizamento de terras após fortes chuvas. Em vista do maior desastre climático já registrado no país, o governo Dilma Rousseff definiu a criação do CEMADEN, que tem o objetivo de monitorar e emitir alertas de risco que permitam evitar desastres naturais, salvaguardar vidas e diminuir a vulnerabilidade social, ambiental e econômica decorrente desses eventos.

Para consolidação do Sistema Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais, o CEMADEN foi criado com intuito de, em parceria com várias instituições, implementar, complementar e consolidar a rede de instrumentos meteorológicos,  hidrológicos e geotécnicos de monitoramento ambiental. O CEMADEN opera 24 horas por dia, sem interrupção,  monitorando em todo o território nacional as áreas de risco de 958 municípios classificados como vulneráveis a desastres naturais. Entre outras competências,  envia  os alertas de desastres naturais ao CENAD, auxiliando o Sistema Nacional de Defesa Civil.

Desde dezembro de 2011, quando começou a operar a Sala de Situação (ou Operação) no monitoramento dos municípios, até o início de fevereiro de 2017, o CEMADEN já emitiu cerca de 6.800 alertas. Desse total de alertas de riscos de deslizamentos, inundações ou enxurradas, foram emitidos cerca de 200 alertas em nível muito alto, 1.400 em nível alto e 5.200 em nível moderado.


Fonte: Jornal do SindCT - Edição 55ª – Fevereiro e Março de 2017

Veículo Suborbital VSB-30 Terá Modelo Modernizado

Olá leitor!

Veja abaixo uma nota postada hoje (30/03) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), destacando que o foguete suborbital VSB-30 terá seu modelo modernizado.

Duda Falcão

LAAD 2017

Veículo Suborbital VSB-30
Terá Modelo Modernizado

Processo prevê novos dispositivos de segurança e de ordens pirotécnicas

Por Ten Jussara Peccini,
Agência Força Aérea
Publicado: 30/03/2017 08:30h


Com mais de 20 lançamentos de sucesso, sendo a maior parte no exterior, o veículo suborbital VBS-30, desenvolvido pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE), terá a terceira versão do modelo modernizado. O veículo contará com outro dispositivo mecânico de segurança e novo equipamento de ordens pirotécnicas, que comanda os eventos, como ignição, separação de estágio e separação de carga útil, durante o voo.

“Estamos estudando uma proposta de desenvolvimento em conjunto com a Agência Espacial Alemã para a modernização do projeto”, afirma o gerente do projeto do VSB-30, Eduardo Dore.

As principais mudanças para a próxima geração do VSB-30 seriam a retirada do amianto da composição da proteção térmica dos motores e a qualificação do Dispositivo Mecânico de Segurança Remoto (DMS-R). O objetivo é diminuir o número de pessoas e o tempo de exposição ao risco na armação dos veículos. O projeto também prevê a otimização e a modernização do sistema de ignição e o desenvolvimento do sistema de terminação de voo.

Maquete em tamanho reduzido do veículo suborbital VSB-30.

Desenvolvido há mais de 30 anos para atender aos requisitos da Agência Espacial Europeia (ESA), o VSB-30 é certificado, qualificado, e considerado seguro, confiável e estável. A plataforma serve para testes de experimentos científicos e tecnológicos com aplicação em satélites, veículos espaciais e indústria farmacêutica, por exemplo, em ambiente de microgravidade. “Este ambiente proporciona a realização de experimentos científicos e tecnológicos sem ação de forças externas, somente com a força da gravidade”, afirma o engenheiro.

O veículo tem capacidade de levar cargas úteis em torno de 400kg a uma altitude de 240km, proporcionando ambiente de microgravidade por até seis minutos. O apogeu do veículo ocorre acima de 240 km (ápice da parábola) e o ponto de dispersão (queda) a cerca de 20km do local do lançamento. A precisão do local da queda é um item importante. Devido a isso, a maior parte dos 22 lançamentos foi realizada em Esrange, na Suécia, já que o local possui fronteiras com demais países nórdicos.

Ainda neste semestre, a Austrália deve efetuar o segundo lançamento do VSB-30 em seu território com a carga útil HiFire 4. O primeiro lançamento ocorreu em 2016.

Amanhã você vai conhecer o motor de propulsão líquida L-75.



Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Veja bem leitor, é natural que melhoramentos sejam feitos em produtos para mantê-los sempre competitivos no mercado, mas será que neste caso eles não estão sendo feitos (talvez prematuramente) devido as ultimas falhas deste foguete? Não sei, mas é um caso a se pensar.  De qualquer forma está aí a notícia, sendo bom saber que em breve outro VSB-30 será lançado da Austrália. Sucesso ao mesmo. 

G.D.Ae. da UFC Lançará Foguete Híbrido do CLBI no Inicio de 2018

Olá leitor!

Recentemente postamos aqui no Blog uma nota que foi publicada no site oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) informando que a Universidade Federal do Ceará (UFC) havia desenvolvido em parceria com este instituto um computador de bordo para nanossatélites (veja aqui).

Pois então, em meu comentário postado nesta mesma nota eu informei que em breve os Cearenses desta mesma universidade iriam apresentar uma outra novidade, e assim foi feito.

Na noite de ontem, o Grupo de Desenvolvimento Aeroespacial  (G.D.Ae.) desta universidade, postou em sua página oficial no Facebook o lançamento da “Missão Dragão do Mar” 2017/2018, segundo eles a missão mais ambiciosa realizada por eles até o momento.

Na realidade trata-se do desenvolvimento de um foguete de propulsão híbrida denominado de HERMES-1, para ser lançado no início de 2018 do Centro de Lançamento Barreira do Inferno (CLBI), em Paranamirim-RN.

Segundo a nota do grupo, está missão tem como principal objetivo capacitar os seus membros e demonstrar o potencial do Nordeste nesta área, visto que o grupo passará a se tornar assim uma das primeiras equipes brasileiras a lançar um foguete seguindo todos os procedimentos operacionais usados na indústria aeroespacial.

O grupo finaliza a sua nota informando que a Missão contará com o apoio da equipe “Potiguar Rocket Design” da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), e que em breve apresentarão maiores detalhes técnicos do foguete e da missão.

O Blog BRAZILIAN SPACE parabeniza o Grupo de Desenvolvimento Aeroespacial (G.D.Ae.) pela ousadia e espera que esta iniciativa incentive outras equipes brasileiras a seguirem o mesmo caminho. Galera do "Grupo de Propulsão Hibrida" da Universidade de Brasília (UnB), abram o olho, a fila anda.

Avante HERMES-1

Duda Falcão

Atualizando Nossas Campanhas

Olá leitor!

Hoje é mais uma quinta-feira  do mês de março e sendo assim é dia de atualizar você sobre as nossas campanhas em curso.

Bom leitor quanto à “Campanha para Regulamentação das Atividades de Grupos Amadores”, até agora 16 grupos já se inscreveram. São eles Auriflama FoguetesBANDEIRANTE Foguetes EducativosCEFABCEFEC, Grupo Carl Sagan, Grupo CEPAGrupo GREAVE, Grupo de Desenvolvimento Aeroespacial (GDAe) da UFC, Grupo Pionners,  Grupo Supernova Rocketry, Infinitude FoguetismoITA Rocket Design, NTA,, PEUE (Pesquisas Espaciais Universo Expansivo), Projeto Jupiter  e UFABC Rocket Design. Vamos lá gente, cadê os grupos amadores desse país, vocês não querem se organizar? (OBS: Continuo esperando que os 13 grupos inscritos respondam se há algum entre vocês que tem o interesse de organizar e sediar um ‘Seminário’ para discutirmos as atividades de espaçomodelismo no Brasil?)

Já quanto á “Campanha de Manutenção do Blog”, apenas quatro colaboradores já realizaram as suas contribuição no mês de março no vakinha.com.br. Foram eles:

1 - Carlos Cássio Oliveira (presidente do CEFAB)
2 - Leo Nivaldo Sandoli
3 - Mariana Fraga
4 - Sérgio de Melo Moraes

OBS: informo aos leitores que ainda não sabem que  a campanha de manutenção do Blog pode ser acessada pelo link: http://www.vakinha.com.br/vaquinha/manutencao-do-blog-brazilian-space.

Enfim... vamos continuar aguardando que a partir da próxima semana haja uma mudança de postura de nossos leitores com as nossas campanhas, para que assim possamos efetivamente continuar contribuindo com o Programa Espacial Brasileiro, e quem sabe, com a permanência do blog online ou a criação do Portal Espacial que é hoje o nosso principal objetivo.

Duda Falcão

quarta-feira, 29 de março de 2017

Nota de Repúdio e Protesto

Olá leitor!

Venho através desta (como cidadão brasileiro) protestar contra uma inverdade nefasta que está sendo propagada pela mídia se utilizando daquela estratégia de repetir uma mentira tantas vezes quanto possível para que ela acabe se tornando uma verdade. E tá na hora de alguém fazer algo contra isto.

Um artigo intitulado “AEL Sistemas - Soluções Inovadoras de Defesa e Segurança na LAAD”, publicado no conceituado site defesanet.com infelizmente e irresponsavelmente é finalizado afirmando que esta empresa AEL Sistemas é uma empresa brasileira.

ISTO NÃO É VERDADE

A empresa AEL Sistemas, antiga Aeroeletrônica, na realidade é uma empresa integrante do grupo israelense Elbit Systems Ltd., e de brasileira só tem mesmo seus pesquisadores, e isto só por uma questão de logística operacional, já que não faria sentido nenhum deslocar uma grande equipe de profissionais israelenses de sua terra natal para o Brasil.

Isto é um absurdo, e precisa ser combatido, pois esta empresa e outras que se utilizam da mesma estratégia aqui no Brasil, estão tendo acesso a oportunidades de mercado que não deveriam, graças a esta visão deturpada de um governo de imbecis e corruptos.

Duda Falcão

De Olho no Futuro

Olá leitor!

Veja abaixo uma outra nota esta postada hoje (29/03) no site da Força Aérea Brasileira (FAB), tendo como destaque alguns dos projetos da FAB que serão apresentados ao publico da LAAD 2017.

Duda Falcão

LAAD 2017

De Olho no Futuro

Revista Aerovisão destaca alguns dos Projetos de
Ciência Tecnologia que a FAB levará para a LAAD

Por Ten Iris Vasconcellos,
Fonte: Agência Força Aérea
Publicado: 29/03/2012 - 08:00h


Para o Comandante da Aeronáutica, a soberania do País também está ligada à autonomia tecnológica. Sediado em São José dos Campos, no interior de São Paulo, o polo de desenvolvimento científico e tecnológico da Força Aérea Brasileira tem mais de cinco mil pessoas trabalhando em 117 projetos de pesquisa. Os temas vão desde a geração de energia no espaço até a colocação de microssatélites em órbita.

Para navegar, localizar-se e enviar informações para equipes em solo, um drone, também conhecido como Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT), ou uma Aeronave Remotamente Pilotada (ARP), depende de diversos sistemas - por exemplo, o GPS - alimentado por tecnologias que o Brasil ainda não domina. O que fazer se os detentores dessas informações deixarem de fornecê-las?

Reduzir a dependência de tecnologias e sistemas externos é um dos objetivos do projeto PITER, sigla para Processamento de Imagens em Tempo Real, que é desenvolvido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEAv), subordinado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA). A meta é instalar o sistema em drones, para que eles reconheçam o local sobrevoado e corrijam a navegação sem a intervenção humana. Na prática, se o drone for informado sobre os locais de saída e chegada, ele poderá fazer a rota sozinho.

Elio Shiguemori é o responsável pelo projeto PITER.

Para a FAB, que possui um esquadrão composto por Aeronaves Remotamente Pilotadas - o Hórus (sediado no Rio Grande do Sul), o sistema é estratégico e determinante para as configurações de combate do futuro.

Esse é só um dos 117 projetos de ciência e tecnologia que estão em desenvolvimento nos institutos que compõem o DCTA. Estão sendo desenvolvidas pesquisas de acesso ao espaço, projetos que envolvem a propulsão - por turbina ou hipersônica - para os vetores aeronáuticos, inteligência artificial, que está sendo buscada por diversos países; e a produção de energia com dispositivos compactos em potência elevada.

“São tecnologias que quem sabe não ensina e, muitas vezes, os detentores do conhecimento não fazem nem parcerias. Cada um tem a sua”, destaca o chefe da divisão de projetos do DCTA, Coronel Maurício Pozzobon Martins.

Ele explica que os projetos podem surgir ou de uma necessidade operacional da Força ou de um vislumbre por inovação dos pesquisadores. Para ele, o diferencial da FAB é que a instituição possui um centro de pesquisa e desenvolvimento, enquanto Forças Aéreas de outros países são compradoras de tecnologias prontas. “Assim, em termos de soberania, a posição do Brasil é diferenciada, pois a tecnologia que nós não temos pode ser desenvolvida para a FAB pelo DCTA”, complementa. 

Sistemas autônomos, capazes de tomar decisões independentes da ação humana, por exemplo, são tendências do mercado de tecnologia, que também investe na produção de materiais leves e resistentes. Já na área das Forças Armadas, o foco é o domínio do espaço aéreo e o desenvolvimento de sistemas espaciais, que são um diferencial para o cenário de guerra.

“A perspectiva é sempre de aumento dos projetos estratégicos para a FAB, pois a realidade e a desvantagem do poder aeroespacial são a rápida obsolescência tecnológica. E uma sociedade capaz de desenvolver tecnologia militar avançada, certamente, terá produtos na sociedade civil importantes, gerando renda, emprego e desenvolvimento para o país”, ressaltou.

Turborreator TR5000 é um dos projetos desenvolvidos pelo IAE.

Turborreatores Nacionais

Como mísseis, alvos aéreos e drones adquirem velocidade e direção no espaço aéreo? Eles são propulsados por turbojatos considerados de pequeno porte. Um deles, o Turborreator de 5.000 N (TR5000), é um dos projetos desenvolvidos pelo Instituto de Aeronáutica e Espaço (IAE) com foco na área de turbinas a gás aplicadas à propulsão aeronáutica.

O projeto prevê o desenvolvimento de protótipos de um turborreator aeronáutico nacional, atendendo, principalmente, requisitos de instalação em veículos aéreos, de uso militar e civil.

Segundo o pesquisador Helder Carneiro, os turborreatores são artefatos que assumiram papel de destaque nos arsenais das maiores potências mundiais, tanto para treinamento de artilharia, quanto para qualificação de armamento, observação e defesa.

“No Brasil, os exemplos de aplicação são o uso de alvo aéreo fornecido por empresa estrangeira para as campanhas de teste do míssil MAAR, o alvo DIANA adquirido recentemente pelo Exército e, ainda, o míssil de cruzeiro em desenvolvimento pela Avibras”, destacou.

Segundo ele, o fornecimento de turborreatores (turbojatos e turbofans) desse porte é controlado pelas grandes potências. “O desenvolvimento de turborreatores de pequeno e de médio porte no País é de importância estratégica para a independência do Brasil nessa área”, complementou.

Satélite em Órbita

Imagine um veículo lançador de satélite, ou seja, um modelo de foguete que tem a finalidade de colocar satélites em órbita, composto principalmente por fibra de carbono. Esse é o diferencial do projeto VLM-1, que está sendo desenvolvido no Instituto de Aeronáutica e Espaço (IEAv). Com propelente sólido, ele está sendo projetado para colocar satélites de até 150 kg na órbita baixa da Terra, mais especificamente, a uma altitude de 2000 km com relação à superfície terrestre. 

Se o VLM-1 for bem sucedido, o Brasil vai se tornar um dos dez países a conseguir tal feito.
Segundo o gerente do projeto, Coronel Fábio Andrade de Almeida, o uso de estruturas em fibra de carbono aumentam a eficiência do veículo como um todo, diminuindo o peso da carga não útil.

“O desempenho esperado para o VLM-1 requer perfeita sincronia e funcionamento adequado de todos os sistemas do lançador. Para isso, motores, eletrônica embarcada, sistemas estruturais e módulo de carga útil precisam ser fabricados dentro dos mais rigorosos requisitos estabelecidos pelo IAE. O atingimento destes requisitos colocará a indústria nacional em um novo patamar de fornecimento de produtos altamente tecnológicos”, explicou o gerente.

Foguete VS-40 equipado com satélite SARA.

Experimentos no Espaço

Outro foco do IAE é a produção do Satélite de Reentrada Atmosférica. Denominado projeto SARA, o objetivo é desenvolver e fabricar dois módulos espaciais recuperáveis para o cumprimento de duas missões diferentes.

A primeira é a realização de experimentos de curta duração (aproximadamente 10 minutos) em local de microgravidade, ou seja, com a atuação mínima da força da gravidade. Nesse contexto, permite-se observar e explorar fenômenos e processos em experimentos científicos e tecnológicos que seriam mascarados sob a influência da gravidade terrestre.

“A condução de experimentos num ambiente de microgravidade possibilita o melhor entendimento, e o posterior aperfeiçoamento na Terra, de processos físicos, químicos e biológicos”, destaca o gerente do projeto, Major Élcio Jeronimo de Oliveira.

Já a segunda missão prevê a inserção e permanência do módulo em ambiente espacial, em órbita equatorial baixa (300km de altitude), por até 10 dias. Nesse período, poderão ser realizados diversos tipos de experimentos que necessitem das peculiaridades do ambiente espacial em um intervalo de tempo maior que o praticado pelo módulo suborbital.

Uma das diferenças entre as duas missões é a forma de chegada até o local pretendido. Na primeira, são utilizados foguetes e na segunda é necessário um veículo lançador de satélites que possui maior porte e é mais complexo.

Nos dois casos, após o término da missão, o SARA reentra na atmosfera, tem o sistema de paraquedas acionado e é recuperado em um ponto pré-determinado para ser reutilizado durante a sua vida útil. Veja como funciona o SARA no infográfico abaixo.

Infográfico explica as fases de lançamento do SARA.

Energia em Ambientes Remotos

Já no Instituto de Estudos Avançados (IEAv) está sendo desenvolvido o projeto TERRA, com o objetivo de produzir um dispositivo gerador de energia elétrica com possibilidades de ser transportado para locais de difícil acesso. O dispositivo é baseado no princípio de geração de calor utilizando energia nuclear. 

Os ambientes de difícil acesso podem ser locais variados, como o espaço, incluindo órbita da Terra e outros astros, a superfície de astros como a Lua, Marte, asteroides, etc. Também está incluso o leito oceânico (a 2000m de profundidade) para exploração do petróleo do pré-sal, regiões extremas (regiões polares) da Terra e locais de catástrofes ambientais que venham a ser isolados da malha elétrica.

O sistema possui como fonte térmica o calor produzido em um reator de fissão nuclear. Além de ser utilizado para fazer funcionar satélites, o sistema térmico também proverá propulsão ao dispositivo permitindo o controle da trajetória tornando-o um dispositivo exploratório.

“Eventualmente, o sistema poderá ser utilizado no espaço em satélites, naves espaciais, entre outros”, explica o gerente do projeto, Lamartine Guimarães.

Amanhã você vai conhecer um pouco mais sobre o veículo suborbital VSB-30





Fonte: Site da Força Aérea Brasileira (FAB) - http://www.fab.mil.br

Comentário: Bom leitor que fique claro que meu comentário será somente em relação aos projetos espaciais, pois são os que eu acompanho e me interesso. Antes de mais nada, para poder avaliar melhor o que disse os militares da matéria acima é preciso entender que todo instituto sério de pesquisas e tecnológico do mundo que preze pela objetividade com o intuito de apresentar resultados concretos (leia, que serão realmente utilizados no dia-a-dia de sua sociedade nas diversas áreas existentes possibilitados pelo desenvolvimento da tecnologia espacial) desenvolve três tipos de projetos, ou seja, o projeto de estudo, o de pesquisa e o tecnológico.  Em linguagem simples para que o leitor leigo possa entender, o projeto de estudo visa confirmar a viabilidade de uma teoria qualquer formulada e se ela pode ser realmente aplicável às atividades em questão (neste caso atividades espaciais). O projeto de pesquisa é a colocação em prática dentro do laboratório do que foi efetivamente estudado, e o tecnológico e o desenvolvimento de algum equipamento ou veículo para ser testado na prática fruto do que foi estudado e pesquisado. Todos eles leitor com começo, meio e fim, e sempre pautados na objetividade, ou seja, no compromisso de apresentar resultados concretos a sua sociedade. O que acontece nos projetos espaciais no DCTA/IAE é que não existe esse compromisso, não existe de quem deveria, ou seja, o Governo, a cobrança necessária para traduzir esse esforço em resultados práticos, e diante disso os projetos se arrastam por décadas e alguns deles sequer são concluídos. Vale dizer que os exemplos dentro do PEB são grandes e para sermos justos não só no DCTA/IAE. Não quero com isso culpar os pesquisadores, pois para mim é difícil acreditar que pessoas tratem o fruto de seu trabalho com tanto descaso, mas não há como tapar o Sol com a peneira. Alguém já se perguntou quanto dinheiro público é jogado no lixo com esse tipo de atitude? Ou isso não tem a menor importância? Quer um exemplo, o que foi feito do conhecimento adquirido com o Projeto SIA? Com a palavra o COMAER. Finalizando leitor, quero chamar a sua atenção para a foto do foguete VS-40 tendo abordo o SARA Suborbital-1, uma das poucas até agora divulgadas pela FAB. Bonito não? Pois é, por enquanto só isso mesmo, um 'Belo Antônio' que, após décadas de desenvolvimento, sequer conseguiu ser lançado, explodindo ainda na plataforma de lançamento. Já me perguntaram se realmente haverá prosseguimento deste projeto, resposta que eu não tenho, mas o que mais importa na realidade é (caso haja prosseguimento) quanto tempo mais será necessário para colocar em prática o SARA em suas diversas versões??? Este projeto visionário do saudoso Paulo Moraes Junior tem implicações diversas para o desenvolvimento espacial brasileiro, e o próprio Paulo antes de seu falecimento já trabalhava na fantástica ideia de criar um sistema de acoplagem para a esperada Capsula Orbital do SARA. Enfim... as ideias surgem e morrem por pura falta de objetividade de quem deveria estabelecer, apoiar e cobrar resultados.

terça-feira, 28 de março de 2017

Delegação Francesa Conhece Atividades do Centro de Lançamento de Alcântara (MA)

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (28/03) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) destacando que uma delegação francesa visitou na última sexta-feira (24/03) as instalações do Centro de lançamento de Alcântara (CLA).

Duda Falcão

Delegação Francesa Conhece Atividades do
Centro de Lançamento de Alcântara (MA)

Coordenação de Comunicação Social – CCS
28/03/2017


O Centro de Lançamento de Alcântara recebeu na última sexta-feira (24.3) a visita oficial da Direção-Geral de Armamento (DGA), órgão ligado ao Ministério da Defesa da França. Durante o encontro, o CLA preparou uma apresentação institucional a qual abordou o histórico das atividades espaciais no Brasil, a estrutura do Sistema Nacional de Desenvolvimento das Atividades Espaciais (SINDAE), os avanços implementados nos meios associados às atividades de lançamento, as operações realizadas e as operações futuras do Centro.

A comitiva francesa foi recepcionada pelo Coronel Engenheiro Luciano Valentim Rechiuti, diretor do CLA. A delegação teve a oportunidade de conhecer o Centro de Controle, local responsável pela coordenação das operações de lançamento realizadas em Alcântara, onde atuam profissionais de diferentes áreas como localização, planejamento, qualidade, etc. Ainda no Setor de Comando e Controle, a comitiva percorreu as estações de Meteorologia – onde são geradas informações meteorológicas tais como índice pluviométrico, velocidade e direção do vento, estação de TELEMEDIDAS – recepção de dados do foguete em voo – e Radar Adour – rastreio do foguete em voo.

Em seguida, os visitantes foram até o Setor de Preparação e Lançamento (SPL), onde conheceram o Prédio de Preparação de Propulsores (PPP), local onde são preparados os motores-foguetes para lançamento, o Centro de Controle Avançado (CAV), espécie de bunker situado próximo à área de lançamento que abriga a equipe responsável pela integração do foguete e carga-útil junto ao lançador, segurança de área, dentre outras atividades. A visita foi encerrada na Torre Móvel de Integração (TMI), a plataforma de lançamento do principal foguete de fabricação nacional, o Veículo Lançador de Satélites (VLS) e futuramente também do Veículo Lançador de Microssatélites (VLM).

A comitiva francesa foi chefiada pelo Coronel Charles Orlianges, Adido de Defesa e Aeronáutica da Embaixada da França no Brasil. Também participaram da visita representantes do Comando Interforças do Espaço e das companhias francesas Airbus e Thales, ligadas às áreas de defesa e espaço.

Para o Adido de Defesa e Aeronáutica da Embaixada da França no Brasil, Coronel Charles Orlianges, a visita proporcionou uma visão mais ampla sobre o CLA ao governo e companhias francesas, abrindo possibilidades para oportunidades de negócios envolvendo futuros projetos na área espacial em Alcântara.

A Direção-Geral de Armamento (DGA), é o órgão de aquisição de produtos de defesa e pela gestão do programa de desenvolvimento de sistemas de defesa do governo francês.



Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)

Comentário: Leitor será que alguém pode me explicar qual foi à utilidade desta visita? Foi uma visita de cortesia politica ou algo assim? Gente alguém precisa tomar o rumo desta joça, não é possível se continuar conduzindo este programa desta forma. Alguém precisa tirar a AEB debaixo das garras do MCTI, transforma-la em uma verdadeira Agencia Espacial com status de ministério sob o comando de gente competente e realmente comprometida em apresentar resultados e não bananas como o Sr. Braga Coelho. Lembram quando eu disse que a queda da debiloide da DILMA não ia alterar nada para o PEB e poderia até piorar? Quem lembra e foi mais perceptivo, sabia que algo que não se toma providencia tende naturalmente a piorar, e foi o que aconteceu e veem acontecendo desde que esses presidentes civis de merda assumiram o poder. Porém a incompetência, a burrice, a estupidez e a corrupção é tão generalizada dentro da classe desses vermes que, vejam como exemplo no vídeo abaixo, o que disse o energúmeno membro titular da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal, o Senador Pedro Chaves, indicado pelo presidente desta Comissão (o hoje Senador Fernando Collor de Melo) para representar o Senado (segundo as suas próprias palavras ) no lançamento do Satélite Ariade 5. Você leu corretamente, isto mesmo, ele diz no vídeo Ariade 5. É este tipo de gente que está tomando decisões sobre o futuro do Brasil. Não é atoa galera que estamos nesta situação, não é atoa que o nosso programa espacial é uma piada, não é atoa que temos uma Agencia Espacial de Brinquedo, não é atoa que seu presidente é um banana. Chega até ser patético, e o cara é membro titular da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal, nome pomposo, né verdade? Pois é, estamos ferrados. Aproveitamos para agradecer ao nosso leitor colaborador Jahyr Jesus Brito pelo envio desse vídeo.

Lançamento do ITASAT-1 Previsto Para Outubro

Olá leitor!

Nanosatélite ITASAT-1.
Segundo foi anunciado por nota recente da FAB relacionada com a LAAD 2017 (veja aqui), o Nanosatélite ITASAT-1 desenvolvido pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em parceria com outras instituições do país, estaria com a sua data de lançamento marcada para abril agora, porém um manifesto de lançamento datado do dia 27/03 apresentado pelo conceituado site americano SPACEFLIGT101.COM, prevê este lançamento só para o mês de outubro deste ano (veja aqui).

O ITASAT-1 deverá ser lançado do Complexo Espacial n°4 (Space Launch Complex 4 - SLC-4) da Base de Vandenberg, na Califórnia (EUA), através de um foguete FALCON 9 da empresa americana SpaceX, em conjunto com o satélite argentino de observação terrestre SAOCOM-1A.

Entretanto leitor, vale dizer que essa data pode ser modificada ainda várias vezes (o próprio site SPACEFLIGT101.COM deixa isso claro) e apesar de completamente pronto para ser colocado finalmente no espaço, na verdade não se sabe ao certo quando esse satélite será lançado. Vale ressaltar que não deveríamos estar passando por isso, pois se houvesse seriedade e compromisso nas duas últimas décadas desses vermes de Brasília, este satélite já teria sido lançado do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) sem ter de depender de ninguém, só de nos mesmos.

Duda Falcão

Lançamento do Satélite SGDC Fica Para Abril

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada ontem (27/03) no site “TELETIME”, informando que o lançamento do Satélite Frankenstein Francês SGDC deverá só ocorrer a partir de abril.

Duda Falcão

SGDC

Lançamento do Satélite
Brasileiro Fica Para Abril

LÚCIA BERBERT
segunda-feira, 27 de março de 2017 , 18h37


O lançamento do satélite geoestacionário da Telebras não deve acontecer antes do mês de abril. Isto porque, segundo informações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a greve geral na Guiana Francesa continua e, após o término da paralisação, serão necessários em torno de dez dias para retomar o procedimento de lançamento.

Por causa da greve, o foguete Ariane 5, que levará o satélite da Telebras ao espaço, não pode ser deslocado para a zona de lançamento em Kourou. Os grevistas levantaram uma barreira na entrada do centro espacial.

Além do satélite brasileiro, o foguete da Arianespace lançará em órbita também o satélite KOREASAT-7, da Coreia do Sul, que fornecerá serviços de vídeo e dados para a Coreia, as Filipinas, o Sudeste Asiático, a Índia e a Indonésia. A Arianespace informa que o veículo de lançamento, com suas cargas úteis do satélite SGDC e KOREASAT-7, permanece em modo de espera e está sendo mantido em condições totalmente seguras.


Fonte: Site TELETIME - http://www.teletime.com.br/

Comentário: Pois é galera, para quem ainda acredita nesse engodo, tá aí a notícia.