segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Estudo Viabiliza Uso de Nanotubos de Carbono em Estruturas Aeroespaciais

Olá leitor!

Segue abaixo uma pequena matéria postada hoje (20/02) no site da “Agência FAPESP” destacando que estudo de pesquisadores da Rice University em Houston, nos Estados Unidos, em colaboração com colegas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e as Federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e do ABC (UFABC), viabiliza uso de Nanotubos de Carbono em estruturas aeroespaciais.

Duda Falcão

Notícias

Estudo Viabiliza Uso de Nanotubos de
Carbono em Estruturas Aeroespaciais

Elton Alisson
Agência FAPESP 
20 de fevereiro de 2017

(Imagem: Arquivo do Pesquisador)
Pesquisadores brasileiros em colaboração com colegas
dos Estados Unidos tornam o material mais resistente
para utilização em satélites e naves espaciais.

Os satélites e as naves espaciais estão sob o risco constante de serem atingidos por projéteis destrutivos, como micrometeoritos e detritos orbitais. A fim de minimizar os danos causados por um eventual choque de partículas nessas estruturas, os engenheiros têm buscado materiais alternativos aos metais e ligas metálicas utilizados hoje na indústria aeroespacial que sejam, ao mesmo tempo, leves, flexíveis e resistentes aos impactos causados por projéteis de alta velocidade.

Um estudo realizado por pesquisadores da Rice University em Houston, nos Estados Unidos, em colaboração com colegas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e as Federais do Rio Grande do Norte (UFRN) e do ABC (UFABC) demonstrou que nanotubos de carbono – folhas de grafeno enroladas de modo a formar uma peça cilíndrica como um canudo de refrigerante com diâmetro equivalente à bilionésima parte do metro – podem ser uma solução para tornar as estruturas aeroespaciais mais resistentes.

Resultado de pesquisas de pós-doutorado realizadas com Bolsa da FAPESP e no âmbito do Centro de Pesquisa em Engenharia e Ciências Computacionais – um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs) financiados pela Fundação –, o estudo foi publicado na revista Applied Materials & Interfaces.

“Conseguimos analisar como os nanotubos de carbono fraturam em escala nanométrica e, a partir dessa análise, desenvolver um processo que permite torná-los ainda mais resistentes para aplicações em estruturas aeroespaciais”, disse Douglas Soares Galvão, professor do Instituto de Física Gleb Wataghin da Unicamp e um dos autores do estudo, à Agência FAPESP.

Os pesquisadores estudaram a quebra de nanotubos de carbono ao sofrerem um impacto em diferentes velocidades.

Para isso, utilizaram um canhão balístico hipersônico da Nasa, a agência espacial norte-americana, instalado na Rice University, capaz de disparar pequenas partículas a velocidades muito superiores à do som.

“O canhão foi projetado pela NASA para estudar os efeitos a longo prazo do choque de micropartículas com coletores de energia solar e outras partes da Estação Espacial Internacional”, explicou Galvão.

A fim de avaliar como os nanotubos de carbono quebram durante um impacto em alta velocidade, os pesquisadores moldaram pelotas do material, que foram disparadas contra um alvo de alumínio pelo canhão balístico hipersônico em três diferentes velocidades.

As análises dos resultados do impacto do material na placa metálica, por microscopia eletrônica, indicaram que a uma velocidade considerada baixa, de 3,9 quilômetros por segundo, um grande número de nanotubos permaneceu intacto ao se chocar uns com os outros.

Alguns resistiram a uma velocidade de 5,2 quilômetros por segundo. Mas muito poucos nanotubos foram encontrados em amostras que quebraram a uma velocidade de 6,9 quilômetros por segundo.

Estruturas Diferentes

Ao analisar a estrutura dos nanotubos, os pesquisadores observaram que os impactos sob alta energia e velocidade desencadearam ligações atômicas nos nanotubos ao quebrar e que, às vezes, se recombinaram em estruturas diferentes.

Muitos deles dividiram-se em nanofitas após o choque. E outros apresentaram uma abertura como se tivessem sido cortados por uma “faca” na direção longitudinal.

“Esperávamos que durante o impacto em alta velocidade os nanotubos de carbono fraturassem mais do que abrissem. E o que observamos em nossas simulações e nos testes é que, dependendo da condição do impacto, o material sofre uma pressão tão grande e instantânea que não dá tempo para que frature; o nanotubo abre longitudinalmente”, explicou Galvão.

Os pesquisadores também observaram que, às vezes, a temperatura e pressão no local onde os nanotubos de carbono sofrem a fratura é tão alta que causa a produção de nanodiamantes.

E os poucos nanotubos e nanofitas que resistiram ao impacto nas velocidades mais altas frequentemente se soldaram, como foi possível observar em imagens de microscópio eletrônico de transmissão.

“A partir dessa constatação, desenvolvemos uma técnica por meio da qual ao passarmos uma corrente elétrica bem alta e rápida nos nanotubos eles se fundem localmente. Com isso é possível obter um material bem mais resistente do ponto de vista mecânico, que pode ter aplicações na indústria aeroespacial”, apontou Galvão. “O que aprendemos com a quebra dos nanotubos de carbono, estamos usando agora para reforçar esse material”, avaliou.

De acordo com o pesquisador, apesar de ainda não serem usados em estruturas aeroespaciais, os nanotubos de carbono têm sido utilizados em compósitos – combinação de dois tipos de materiais – nas asas e outras partes de aviões de passageiros.

Alguns dos fatores que têm limitado a aplicação desse material na própria indústria da aviação, contudo, são o alto custo e o baixo conhecimento sobre a interface de compósitos em escala nanométrica.

“Uma fabricante de aeronaves que pretendia utilizar compósitos feitos com nanotubos de carbono na estrutura do avião, com o objetivo de diminuir o peso e aumentar um pouco a condutividade na cabine, enfrentou muitos problemas na fase de projeto e teve grandes prejuízos. Ainda há muito o que aprender sobre a aplicação de nacompósitos em aeronaves”, afirmou Galvão.

Os vídeos das simulações feitas pelos pesquisadores de como os nanotubos se deformam quando disparados contra o alvo metálico e da interação entre dois nanotubos durante o impacto podem ser visualizados em youtu.be/aOYHWaD27xE e youtu.be/9H3DOmIzoCI.

E o artigo “Ballistic fracturing of carbon nanotubes” (doi: 10.1021/acsami.6b07547), de Galvão e outros, pode ser lido por assinantes da revista Applied Materials & Interfaces em pubs.acs.org/doi/abs/10.1021/acsami.6b07547.


Fonte: Site da Agência FAPESP

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Professor de Universidade do Canadá Ministra Palestra Sobre Robótica Espacial

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada dia (16/02) no site do “Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)” destacando que um Professor de universidade do Canadá ministrou palestra sobre Robótica Espacial no instituto.

Duda Falcão

Professor de Universidade do Canadá
Ministra Palestra Sobre Robótica Espacial

Assessoria de Comunicação Social - ITA
16/02/2017


O ITA recebeu nesta quarta-feira (15), a visita do professor doutor em engenharia aeroespacial, Jean de Lafontaine, da Universidade de Sherbrooke, no Canadá. Em uma palestra para pesquisadores, alunos de graduação, mestrado e doutorado, civis e militares, Lafontaine abordou conceitos fundamentais da exploração planetária e desafios na exploração da Lua, Marte e cometas.

Durante a aula, enfatizou a missão Rosetta, da Agência Espacial Europeia, a primeira cujo objetivo era orbitar e aterrissar sobre um cometa. Essa visita teve ainda a finalidade de estreitar o relacionamento entre o ITA e a Universidade de Sherbrooke, buscando estabelecer uma cooperação acadêmica entre as instituições.

Sobre  Jean de Lafontaine 

Formado em Engenharia Física pelo Royal Military College, em Kingston, recebeu seu Ph.D em Engenharia Aeroespacial da Universidade de Toronto. Entre suas áreas de pesquisa, destaca-se o desenvolvimento de um sistema de prevenção inteligente de obstáculos e desembarque autônomo em Marte. Nos últimos 35 anos, trabalhou com agências espaciais no Canadá, Europa e Japão.

Em 2001, fundou uma empresa de alta tecnologia, a NGC Aerospace, que contribui para o avanço do conhecimento de engenharia e desenvolvimento de sistemas aeroespaciais e de terra para fins pacíficos. Como presidente da NGC, suporta muitos projetos de inovação com agências espaciais e empresas aeroespaciais canadenses e europeias.  Jean é também professor titular do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação da Universidade de Sherbrooke.


Fonte: Site do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)

Comentário: Bom, bom, bom, muito bom mesmo. Tanto a área de Robótica Espacial, bem como a de Astronomia Espacial, são de fundamental importância para o desenvolvimento de qualquer Programa Espacial do mundo. Infelizmente para nós, estamos ainda engatinhando em ambas, porém já temos pelo menos um projeto em curso que envolve também a área de Astrobiologia, ou seja, a nossa Missão Lunar Garatéa-L do Grupo ZENITH da USP. Entretanto vale salientar que essa iniciativa é muito pouco para o tamanho de nosso país, principalmente se levarmos em conta que com o desenvolvimento da miniaturização, e da expansão da tecnologia das plataformas Cubesats e dos nanossatélites, as oportunidades são inúmeras, bastando para isso visão, iniciativa, dinamismo e compromisso, tenhamos como exemplo, a própria Missão Garatéa-L. Diante disto, parabenizo o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) por essa iniciativa, que espero possa no futuro render frutos.

FINEP Visita o ITA

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota publicada dia (16/02) no site do “Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)” informando que o Diretor de Inovação da FINEP , o Dr. Márcio Girão, e o Superintendente da Área de Inovação em Defesa, Energia e Tecnologia da Informação, Sr. André Nunesestiveram de visita ao instituto na última terça-feira (14/02).

Duda Falcão

FINEP Visita o ITA

Assessoria de Comunicação Social - ITA
16/02/2017


Na última terça-feira (14), o ITA recebeu a visita do Diretor de Inovação da FINEP, Dr. Márcio Girão e do Superintendente da Área de Inovação em Defesa, Energia e Tecnologia da Informação, Sr. André Nunes.

Em companhia do reitor do ITA, professor Anderson Riberio Correia, os visitantes conheceram o Laboratório de Materiais da Física e o Centro de Competência em Manufatura. Ambos os espaços recebem apoio da FINEP para infraestrutura e aquisição de equipamentos de alta tecnologia. “Os recursos da FINEP são de suma importância para as pesquisas desenvolvidas no ITA. Este aporte permite que mantenhamos nossos esforços em pesquisa no patamar que se espera de nossa instituição”, disse o reitor.

“A visita da FINEP nos faz vislumbrar os resultados de nosso investimento”, falou Dr. Girão. “Também recebemos o reconhecimento do valor de nossos esforços em apoiar a instituição, enfim é um reconhecimento mútuo”, completa.

Sobre a FINEP

Empresa pública brasileira de fomento à ciência, tecnologia e inovação, tem sede no Rio de Janeiro. Foi criada em julho de 1967 para financiar a elaboração de estudos para projetos e programas de desenvolvimento econômico, além de atuar no aperfeiçoamento da tecnologia nacional.


Fonte: Site do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA)

sábado, 18 de fevereiro de 2017

Grupo TOPUS Divulga Projeto de Foguete Para Competição nos EUA

Olá leitor!

O grupo “TOPUS Pesquisas Aeroespaciais”, da Escola de Engenharia de São Carlos da USP (EESC-USP), acabou de postar em sua página oficial no Facebook o seu projeto de foguete para participar da maior competição de foguete intercolegial do mundo, ou seja, a 1ª Spaceport America Cup, evento este que ocorrerá nos EUA entre os dias 22 e 24/06 deste ano, com a participação de 110 equipes de mais de onze países do mundo.

Vale lembrar que a Spaceport America Cup veio para substituir a antiga competição internacional denominada de Intercollegiate Rocket Engineering Competition (IREC), realizada que foi até o ano passado pela “Experimental Sounding Rocket Association (ESRA)“ dos EUA, e nesta primeira edição desta competição o Grupo TOPUS é uma das equipes brasileiras pré-inscritas.

Segundo a nota do Grupo TOPUS o seu foguete se chamará TOPUS ONE e na imagem abaixo segue as especificações deste foguete. 

Avante TOPUS ONE

Duda Falcão

Documento Oficial Aponta Relatos 25 Anos Antes do Caso ET de Varginha

Olá leitor!

Abaixo uma matéria postada ontem (17/02) no site “G1” do globo.com, destacando que Documento Oficial aponta relatos 25 anos antes do Caso ET de Varginha.

Duda Falcão

SUL DE MINAS

Documento Oficial Aponta Relatos
25 Anos Antes do Caso ET de Varginha

Informação sigilosa ficou nos arquivos do governo durante 46 anos.
Moradores relataram presença de OVNIs na cidade em 1971.

Do G1 Sul de Minas
17/02/2017 - 19h56
Atualizado em 17/02/2017 - 20h05

video

Um documento do Ministério da Aeronáutica mostra que Varginha (MG), conhecida como a "Terra do ET", pode ter sido visitada por seres de outro planeta muito antes do famoso caso de 1996. Conforme o documento, há registro de moradores que disseram ter visto um Objeto Voador Não Identificado (OVNI) na cidade em 1971. Durante 46 anos, o documento ficou guardado sob sigilo nos arquivos do governo e só na semana passada foi divulgado pelo Arquivo Nacional.

Conforme o documento, o OVNI teria aparecido durante a noite, por volta de 19h. O dia correto da aparição não é informado. O objeto seria oval e prateado. Na época, fazendeiros e comerciantes confirmaram terem visto o objeto para as autoridades.

Reprodução EPTV
Documento sigiloso do governo foi divulgado somente agora,
46 anos após suposto aparecimento. 

Segundo o documento, o Ovni foi visto na Vila Mendes e na Rua Rio de Janeiro, onde ficou parado por alguns instantes. Depois, ele foi visto no Clube Campestre. O documento ainda relata que o OVNI ainda sobrevoou a Escola de Sargentos das Armas EsSA, em Três Corações (MG). Segundo relatos, o objeto ficou parado próximo ao telhado de uma casa. O barulho era tão forte, que uma moradora teria perdido os sentidos.

O relato mais famoso de supostas aparições ocorreu em 1996, quando Varginha ficou mundialmente conhecida pelo suposto aparecimento de seres de outro planeta. Duas irmãs e uma amiga disseram ter visto uma criatura não humana. (Relembre o caso ET de Varginha)

O documento somente confirmou a história que moradores da cidade sempre acreditaram. "Eu pude observar que do lado da Rua Rio de Janeiro subiu um objeto que causou grande transtorno, queimando rádios, dando defeitos em carros, queimando transformadores e havendo um corte de iluminação naquelas imediações", disse o aposentado Geraldo Bichara.

Seu Arcelino Barbosa tinha 10 anos na época e diz que notou algo estranho no céu. "Realmente eu vi alguma coisa luminosa e aquilo chamou atenção na época das crianças que estavam ao meu lado brincando", disse o atendente Arcelino Barbosa Filho.

Reprodução EPTV
Documento aponta que Varginha pode ter sido visita
da por ETs antes de famoso caso em 1996.

Para ufólogos, a divulgação do documento reforça ainda mais a convicção da existência de vidas em outros planetas.

"Esses avistamentos ocorrem em todo o Brasil a todo o momento, em todo o mundo a todo o momento, Minas Gerais, o interior de Minas Gerais tem uma rica característica de fenômenos ufológicos", disse o ufólogo Thiago Luiz Ticchetti.


Fonte: Site G1 do globo.com

Comentário: Pois é, o Caso do ET de Varginha é um dos casos intrigantes da Casuística Ufológica Brasileira, reconhecido internacionalmente como o ROSWELL Brasileiro. Realmente caiu um Óvni em Vargina??? Eu não posso afirmar isso leitor, mais existe evidencias de que algo de muito estranho aconteceu em 1996 nesta cidade mineira, algo que movimentou um contingente significativo de tropas do Exercito que interferiu por um tempo na vida cotidiana dos habitantes de Varginha. E agora surge esta evidencia anterior a este famoso caso, enfim...

Texto Revela Que Churchill Acreditava na Existência de ETs

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia publicado dia (15/02) no site do jornal O GLOBO, tendo como fonte a Agência REUTERS, destacando que um texto encontrado recentemente revela que o ex-primeiro ministro britânico Winston Churchil acreditava na existência de ETs.

Duda Falcão

CIÊNCIA

Texto Revela Que Churchill
Acreditava na Existência de ETs

Ensaio escrito no fim dos anos 1930 e atualizado na década de 1950 mostra
que ex-primeiro-ministro britânico previa possibilidade de existência de
planetas extrassolares habitados por seres alienígena.

Por Reuters
15/02/2017 17:09
Atualizado 15/02/2017 17:12

Fonte: AFP
Winston Churchill faz o sinal da vitória em foto de arquivo
dos anos 1950: o ex-primeiro-ministro britânico foi o primeiro
a incluir um conselheiro científico em seu governo. 

LONDRES – Um recém-revelado ensaio escrito por Winston Churchill mostra que o líder britânico previa a possibilidade de vida alienígena em planetas orbitando estrelas que não o Sol. O rascunho do artigo de 11 páginas foi concebido às vésperas da Segunda Guerra Mundial, em 1939, e atualizado nos anos 1950, décadas antes de os astrônomos descobrirem os primeiros dos chamados planetas extrassolares nos anos 1990. Churchill também destacou questões que dominam o debate atual sobre vida extraterrestre, provando que o ex-primeiro-ministro “argumentava como um cientista”, aponta análise do trabalho publicado na edição desta quarta-feira do periódico científico “Nature”.

A busca por vida em outros mundos ganhou impulso nos últimos 20 anos com observações que sugerem que só a Via Láctea pode ter mais de 1 bilhão de planetas com tamanho da Terra que podem ser habitáveis. Churchill já seguia a mesma linha de pensamento há quase 80 anos, escrevendo que “com centenas de milhares de nebulosas, cada uma contendo centenas de milhões de sóis, as chances são enormes de que deve haver um imenso número delas que tenham planetas cujas circunstâncias não fariam da vida impossível”. Ele também destacou a importância da água em estado líquido para a vida, dizendo que a temperatura em um planeta adequado teria que estar “alguns graus entre os pontos de congelamento e de ebulição da água”. Os cientistas atuais estão mais ocupados do que nunca procurando por sinais de vida em ambientes assim, tanto no nosso próprio Sistema Solar quanto além no Universo, mas até agora não acharam nada.

O ensaio de Churchill provavelmente tinha a intenção de ser um artigo de ciência popular para um jornal, embora nunca tenha sido publicado. Famoso polímata, ele já tinha escrito artigos científicos semelhantes para jornais e revistas, incluindo um sobre energia de fusão em 1931. O ensaio escrito à máquina “Estamos sozinhos no Universo?” foi desencavado no ano passado nos arquivos do Museu Nacional de Churchill dos EUA, em Fulton, Missouri, e repassado ao astrofísico Mario Livio para análise de especialista.

Em sua avaliação na “Nature”, Livio elogia a clareza mental de Churchill, assim como seu apoio à ciência como uma ferramenta de política governamental. Churchill foi o primeiro primeiro-ministro britânico a empregar um conselheiro científico. “Num momento em que muitos dos políticos de hoje rejeitam a ciência, é comovente lembrar um líder que se engajava nela tão profundamente”, escreveu Livio.

Já a visão de Churchill da vida na Terra na primeira metade do século XX, porém, estava longe de ser um mar de rosas: “Eu, por outro lado, não estou impressionado o bastante pelo sucesso de nossa civilização aqui para pensar que somos o único lugar neste imenso Universo que contém criaturas vivas e pensantes, ou que somos o exemplo máximo de desenvolvimento mental e físico que surgiu na vastidão do espaço e do tempo”.


Fonte: Site do jornal “O Globo” - 15/02/2017

Comentário: Muito Interessante leitor essa revelação. Segundo a nota o ensaio de 11 páginas foi inscrito pelo Churchill em 1939, ou seja, às vésperas da Segunda Guerra Mundial , e atualizado nos anos 50. Ora, isto nos faz levantar algumas questões, já que pelo ano em que foi inscrito este ensaio o Churchill ainda não tinha assumido o posto de primeiro-ministro. Vale lembrar que o Churchill foi primeiro ministro da Grã-Bretanha em duas oportunidades, ou seja, de 10 de maio de 1940 a 26 de julho de 1945 e de 26 de outubro de 1951 a 6 de abril de 1955. Bom leitor, é preciso lembrar também que o Chuchill já havia feito parte do Governo Britânico como “Secretário de Estado para as Colônias” de 13 de fevereiro de 1921 a 19 de outubro de 1922 e “Chanceler do Tesouro” de 6 de novembro de 1924 a 4 de junho de 1929, além de ser escritor e jornalista de formação. Bom, o que levaria o Churchill as vésperas de uma guerra (quando ele já não fazia parte do Governo Britânico por 10 anos)  se preocupar em escrever um ensaio de 11 páginas sobre vida extraterrestre? A Grã Bretanha declarou guerra às potencias do eixo nove meses após a invasão da Polônia por Hitler em setembro de 1939. Portanto leitor, nesse ano toda atenção da Sociedade Britânica da época estava voltada para preocupação de uma possível guerra conta a Alemanha, a Itália e o Japão. Até mesmo o Churchill, como um visionário, era um dos ferrenhos defensores desta previsão e vivia escrevendo artigos criticando o nazismo alemão, e rogando diversas vezes ao governo britânico que fossem investidos recursos na militarização de seu país, já que ele temia que o Reino Unido não estivesse preparado para resistir a um futuro e possível ataque alemão. Diante disso, e da situação de insegurança que vivia a Sociedade Britânica da época, é bastante improvável que o Churchill gastasse seu tempo para se debruçar sobre algo que não fosse relevante, o que torna esse fato muito estranho. Ainda mais, se levarmos em conta que o tal ensaio foi atualizado nos anos 50, justamente quando ele foi (pela segunda vez) primeiro ministro do Reino Unido por quase quatro anos. É desnecessário dizer (ou não para os menos observadores) que como primeiro ministro do Reino Unido, ao lado do Presidente dos EUA, da França e do Stalin (URSS), Churchill era um dos homens mais bens informados sobre tudo que ocorria na Terra naquela época. Época inclusive vale lembrar, foi uma das mais recheadas em casos ufológicos de toda a história da Ufologia Mundial. Realmente intrigante essa notícia.

NASA Convoca Público Para Ajudar na Busca de Nono Planeta no Sistema Solar

Olá leitor!

Segue abaixo uma interessante notícia publicado dia (15/02) no site do jornal O GLOBO, destacando que a NASA está convocando o público em geral para ajudar na busca pelo suposto nono planeta do Sistema Solar.

Duda Falcão

CIÊNCIA

NASA Convoca Público Para Ajudar na
Busca de Nono Planeta no Sistema Solar

Projeto de ciência-cidadã pôs em site milhões de imagens do
céu feitas pelo observatório espacial infravermelho Wise

Por Cesar Baima
15/02/2017 - 20:14
Atualizado 15/02/2017 - 20:15

Fonte: NASA/JPL-Caltech
Ilustração de um tipo de objeto conhecido como “anã Y”, mais
frio da família das anãs marrons, “estrelas fracassadas” que não
acumularam material suficiente para brilhar e podem estar escondidas
na imensidão do espaço interestelar entre a Terra e Proxima Centauri.

RIO – A Nasa lançou nesta quarta-feira um projeto de ciência-cidadã em que pede a ajuda do público para tentar identificar sinais de um possível e afastado nono planeta no Sistema Solar, assim como de outros mundos desgarrados conhecidos como anãs marrons na nossa vizinhança cósmica. Para isso, a agência espacial americana patrocinou a criação de um site, Backyard Worlds: Planet 9, em que foram colocadas milhões de imagens feitas pelo seu observatório espacial infravermelho Wise.

- A distância entre Netuno e Proxima Centauri, a estrela mais perto (do Sistema Solar) é de pouco mais de quatro anos-luz, e muito deste vasto território é inexplorado – lembra Marc Kuchner, astrofísico do Centro de Voo Espacial Goddard da Nasa e líder da equipe de pesquisadores que espera usar as indicações do público para identificar novos corpos celestes. - E como há tão pouca luz do Sol, mesmo grandes objetos nesta região brilham muito pouco em luz visível. Mas ao observar em infravermelho, o Wise talvez tenha feito imagens de objetos que de outra forma não veríamos.

Lançado em dezembro de 2009, o Wise fez um levantamento completo do céu entre 2010 e 2011, produzindo o mais detalhado mapa em comprimentos de onda de infravermelho médio disponível atualmente. Com o fim da sua missão primária, o observatório espacial foi desligado em 2011, mas acabou reativado em 2013 em nova missão, batizada NeoWise, desenhada para ajudar a Nasa a encontrar objetos potencialmente perigosos que passam perto da Terra, conhecidos pela sigla em inglês NEOs, em geral asteroides e cometas que cruzam a órbita de nosso planeta.

Antiga suspeita de astrônomos e leigos, a existência de um grande planeta na imensidão do espaço além de Netuno, apelidado “Planeta X” ou, mais recentemente, “Planeta 9”, ganhou força nos últimos anos devido a cálculos de cientistas com base nas órbitas de objetos conhecidos nesta região, chamada Cinturão de Kuiper, indicando que elas estariam sendo afetadas por algum corpo maciço. Um dos primeiros a fazer estas contas foi o brasileiro Rodney Gomes, do Observatório Nacional, que apresentou seus resultados em 2012 durante reunião da Sociedade Americana de Astronomia.

A busca pelo Planeta X, no entanto, também pode revelar objetos mais distantes no espaço interestelar. Chamados anãs marrons, eles são como “estrelas fracassadas” que não acumularam material suficiente para dar início às reações de fusão nuclear em seus centros, como fazem as estrelas de fato.

- As anãs marrons se formam como estrelas mas evoluem como planetas, e as mais frias são muito parecidas como Júpiter – explica Jackie Faherty, astrônoma do Museu Americano de História Natural, em Nova York. - Ao usar o “Backyard Worlds: Planet 9”, o público pode nos ajudar a descobrir mais destes estranhos mundos desgarrados.

Para ajudar a identificar potenciais planetas e anãs marrons, os participantes do projeto verão sequências de imagens da mesma faixa do céu feitas pelo Wise em diferentes ocasiões. Com isso, espera-se que fiquem evidentes pontos de luz que se moveram no período entre as observações. Objetos dentro do Sistema Solar, como o possível Planeta X, parecerão se mover mais rápido, enquanto os mais distantes pouco mudarão de posição. A ajuda de voluntários humanos é fundamental neste processo porque os computadores usados em buscas automáticas são frequentemente “enganados” pelos chamados “artefatos” nas imagens, picos de brilho e outras variações causadas pela luz espalhada pelos próprios instrumentos do Wise em seu interior.

- O “Backyard Worlds: Planet 9” tem o potencial de destravar descobertas que só acontecem uma vez a cada século, e é excitante pensar que elas podem ser vistas primeiro por um cientista-cidadão – destaca Aaron Meisner, também integrante da equipe de buscas e pesquisador da Universidade da Califórnia em Berkeley especializado na análise de imagens do Wise.


Fonte: Site do jornal “O Globo” - 15/02/2017

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

As Chamadas Públicas de Bolsas Para o IEAv Já Estão Disponíveis

Olá leitor!


As chamadas públicas de bolsas de estudo, em nível de Iniciação Científica, Mestrado e Doutorado, ligadas a projetos estratégicos (entre eles o do Projeto TERRA e a do Projeto de Propulsão Hipersônica 14X) do Instituto de Estudos Avançados (IEAv), já estão disponíveis e podem ser acessadas pelo link http://www.ieav.cta.br/CPPG_IEAv/pg-cte-bols.php

Duda Falcão

Projeto de Aeronomia do INPE Seleciona Bolsista na Área de TI

Olá leitor!

Segue abaixo a nota postada hoje (17/02) no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), destacando que o instituto está selecionando bolsista da Área de TI.

Duda Falcão

Projeto de Aeronomia Seleciona
Bolsista na Área de TI

Sexta-feira, 17 de Fevereiro de 2017

A Divisão de Aeronomia do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), em São José dos Campos (SP), oferece oportunidade de bolsa para profissional com formação superior em Ciência da Computação, Engenharia da Computação, Tecnologia da Informação (TI) ou cursos correlatos, com dois anos de experiência após a graduação ou título de mestrado na área.

O bolsista irá atuar no projeto LEONA: Rede Colaborativa na América Latina para a Investigação de Eventos Luminosos Transientes e Emissões de Alta Energia de Tempestades. O valor mensal da bolsa é de R$2.860,00.

Todas as informações sobre os requisitos para a escolha do bolsista e contato para envio de currículos estão disponíveis na página



Fonte: Site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Na Guiana, Satélite Geoestacionário Passa Por Testes Antes do Lançamento em Março

Olá leitor!

Segue abaixo nota postada hoje (17/02) no site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC), destacando que o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) já passa por testes na Guiana Francesa antes do seu lançamento previsto para março.

Duda Falcão

NOTÍCIAS

Na Guiana, Satélite Geoestacionário Passa
Por Testes Antes do Lançamento em Março

Primeiro satélite geoestacionário do Brasil, equipamento vai ampliar a oferta de
banda larga em todo o território nacional, principalmente nas regiões remotas
do país, e garantir a segurança das comunicações na área de defesa.

Por Ascom do MCTIC
Publicação: 17/02/2017 | 14:27
Última modificação: 17/02/2017 | 14:29

Crédito: Visiona
Satélite Geoestacionário chegou à Guiana Francesa na terça-feira (14),
depois de deixar a cidade de Cannes, na França, onde foi construído.

O Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) já está no Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, onde passará por uma fase de testes até a véspera do seu lançamento, previsto para 21 de março. O equipamento chegou à Guiana Francesa na terça-feira (14), depois de deixar a cidade de Cannes, na França, onde foi construído pela empresa Thales Alenia.


O primeiro satélite geoestacionário do Brasil terá uso civil e militar. O equipamento vai ampliar a oferta de banda larga em todo o território nacional, principalmente em regiões remotas do país, e garantir a segurança das comunicações na área de defesa.

Segundo o gerente de Satélites da Telebras, Sebastião Nascimento, que acompanhou a chegada do SGDC ao Centro Espacial de Kourou, nas próximas semanas, vários testes serão feitos para verificar as condições do SGDC e se a viagem causou algum dano ao equipamento. "Estamos trabalhando das 6 horas da manhã até 22 horas. Tudo está correndo bem, sem problemas, mas precisa ser checado", revela.

Ele acrescenta que o satélite está dentro de uma "sala limpa", onde não entra poeira nem resíduos, e o acesso dos técnicos deve ser feito usando roupas especiais. Nesse local, as equipes testam o sistema de comunicação, de movimentação e os sensores do artefato, por exemplo. Ao todo, a fase de pré-lançamento do SGDC envolve cerca de 200 pessoas. Depois de encerrada essa etapa, o satélite será levado para outra sala para ser inserido na cápsula do lançamento.

Transporte

O transporte do satélite teve início na segunda-feira (13), quando foi embarcado no Aeroporto de Nice, na França, com destino a Kourou, na Guiana Francesa. A bordo do avião russo Antonov, com alta capacidade de carga, o equipamento chegou na madrugada de terça-feira (14) à Guiana, depois de oito horas de viagem.

Em outra operação que levou cerca de 12 horas, o artefato foi retirado da aeronave e levado do aeroporto de Caiena até o Centro Espacial de Kourou, em um trajeto de 60 quilômetros. No local, o satélite foi retirado do contâiner, desembrulhado e colocado em uma sala, onde agora passa por uma série de testes.

Parceria

O Satélite Geoestacionário é uma parceria entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Ministério da Defesa, e conta com investimentos no valor de R$ 2,1 bilhões e tempo de operação de aproximadamente 18 anos. O processo de construção e lançamento do SGDC também envolve engenheiros e especialistas da Telebras e da Agência Espacial Brasileira (AEB) – ambas entidades vinculadas ao MCTIC –, além da Visiona.

O satélite deverá ser lançado por volta das 17 horas do dia 21 de março. Com 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o equipamento ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico.


Fonte: Site do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC)

Comentário: Bom leitor, está ai a notícia sobre esse satélite Frankenstein

Estudantes Brasileiros Contam Experiência de Cursar Mestrado na China

Olá leitor!

Segue abaixo uma nota postada hoje (17/02) no site da Agência Espacial Brasileira (AEB) tendo com destaque a experiência dos quatro estudantes brasileiros que estão cursando mestrado na área espacial na China.

Duda Falcão

Estudantes Brasileiros Contam
Experiência de Cursar Mestrado na China

Conheça a rotina, os sonhos e as expectativas de um grupo de
engenheiros que teve a oportunidade de ir para a China cursar
mestrado em ciências espaciais, em busca de um futuro melhor

Coordenação de comunicação social
17/02/2017


Quatro engenheiros brasileiros, três graduados pela Universidade de Brasília (UnB) e um pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp/Guaratinguetá) cursam desde setembro de 2015, um mestrado na área espacial na Beihang University of Aeronautics and Astronautics (BUAA), na China.  Lá eles participam da construção do microssatélite BUAASat, que será lançado em órbita baixa a 600 km da terra, com a missão de fazer o sensoriamento remoto de algumas regiões do país, além de tirar fotos de detritos espaciais.

O programa de bolsas de mestrado é patrocinado pelo Centro Regional para Ciência Espacial e Educação Tecnológica na Ásia e no Pacífico (RCSSTEAP – China). Os estudantes, Felipe Iglesias, Renan Felipe Nogueira, Pedro Henrique Nogueira e Audrey Rodrigues Siqueira foram selecionados, pelo Master Program on Space Technology Applications Global Navigation Satéllite Systems (GNSS). Todo o processo de seleção contou com a intermediação e apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB).

Para os estudantes, o intercâmbio que fizeram no programa Ciências sem Fronteiras, Renan Felipe, em Lisboa, Felipe Iglesias na Normandia, Pedro Henrique na Escócia e Audrey na Alemanha, os ajudou a tomarem a decisão de fazer um mestrado na China e buscar novas oportunidades em um país de cultura tão diversa. O processo de seleção com a participação de 14 candidatos inscritos ocorreu em duas etapas, a inscrição, feita no site do programa, e uma entrevista, via internet, realizada por dois professores da Beijing University.

Felipe Iglesias, 28 anos, paulista de Araçatuba, formado em Engenharia Eletrônica pela UnB, foi selecionado para o mestrado em Sensoriamento Remoto e Sistema de Geo-Informação (RS&GIS) e Pedro Henrique e Renan Felipe, graduados em Engenharia de Energia, estudam Tecnologia de Microssatélites. O mestrado tem duração de um ano e nove meses, sendo que alguns deles estarão de volta em julho deste ano.

Oportunidades

Para Iglesias, o mestrado é uma ótima oportunidade de crescimento pessoal e profissional. “Além de aprender outra língua e vivenciar nova cultura, pretendo ampliar meus horizontes com essa experiência, pois no retorno ao Brasil quero trabalhar e contribuir com o desenvolvimento do setor espacial”, disse.

Já Renan Felipe conta que com dez meses no país oriental já teve uma base teórica e prática bastante significativas, principalmente na área de construção de satélites. “Agora estou focado no desenvolvimento da tese voltada para integração e testes na parte elétrica e eletrônica de todos os subsistemas. Vou tentar automatizar todo esse processo para torná-lo mais eficiente, e com isso reduzir os custos”, afirmou.

Como engenheiro de energia tenho acesso à parte solar do satélite. Trabalhar com energia solar está sendo ótimo, além de abrir um leque de oportunidades não apenas no Brasil, estudar na China abre oportunidades no mundo inteiro.

Segundo os estudantes, a oportunidade de cursar um mestrado na China os fez crescer não só profissionalmente, mas também culturalmente. “Desenvolvi minhas habilidades interpessoais, tentei estar inserido em uma empresa no contexto internacional e vou levar essa experiência para o Brasil”, ressaltou Felipe Iglesias. Sua contribuição para o Brasil deve ser adiada mais um pouco, no fechamento dessa matéria, ele nos informou que surgiu uma oportunidade de trabalho que talvez o leve para outro país. A proposta não está relacionada à área espacial, mas o mestrado contribuiu muito para receber esse convite, concluiu.

Renan Felipe ressalta que o mestrado entrou na fase de produção da tese sem muitos cursos para fazer, mas com prazo para entrega de relatórios e andamento da produção. Ele aproveita e manda uma mensagem aos colegas brasileiros:

“Espero que a nossa experiência de sucesso na China ajude a quebrar o tabu em relação ao país e a acabar com o medo de os candidatos virem para cá. Aproveitem essa oportunidade”, concluiu.

Na próxima reportagem vocês vão conhecer a experiência dos engenheiros Pedro Nogueira e Audrey Siqueira, que também estão na China.

Interessados em participar do mestrado acesse o seguinte link:



Fonte: Site da Agência Espacial Brasileira (AEB)